Curiosidades sobre as motos do primeiro Mad Max

Hells Angels e Vigilanties

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Boa parte dos motoqueiros em cena são membros dos Hells Angels MC e dos Vigilanties MC da Austrália. Apesar de atores profissionais terem sido escalados para os papéis mais proeminentes, boa parte da gangue de motos do filme é interpretada por membros desses dois MCs.

Pagamento em cerveja

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Como o filme tinha um orçamento muito baixo (o diretor de arte chegou a roubar itens de cena de uma loja de conveniência, devolvendo só após o dia de filmagem), os membros de ambos os MCs foram pagos em cerveja.

Dublês improvisados

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E o pagamento em cerveja incluía até os motoqueiros que se voluntariaram para fazer cenas de ação perigosas.

Acidente de moto

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A atriz que deveria interpretar a esposa de Max sofreu um acidente de moto enquanto estava com o dublê Grant Page, e ambos quebraram as pernas. O dublê continou trabalhando mesmo com a perna quebrada, mas a atriz teve que ser substituída por Joanne Samuel.

Patrocínio da Kawasaki

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Pouco antes das filmagens começarem, a Kawasaki doou mais de uma dezena de motos para a produção. Os motoqueiros passaram algumas semanas andando nelas para se acostumarem com as motos antes das filmagens, e acabaram formando um MC fictício nesse período, com regras e hierarquia, o que acaba transparecendo no filme.

Diga-se de passagem, essa doação foi uma decisão acertada da Kawasaki, já que a KZ1000 do Goose esta entre as motos mais famosas do cinema.

Sem orçamento pro figurino

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Sabe aquele visual  da gangue do Toecutter, que até hoje é copiado por alguns? A produção não tinha verba para o figurino, então os motoqueiros trouxeram suas próprias roupas para o set de filmagem.

GoPro? GoPobre

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Para as cenas da moto do Goose em primeira pessoa, a solução encontrada pela equipe foi simplesmente colocar o cameraman na garupa.

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Um longo vôo

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Na cena do acidente com a moto do Goose, o dublê voou por cerca de 27 metros, uma distância maior do que um caminhão cegonha, muito mais do que a produção esperava.

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Treinamento da Harley em um porta aviões

Que lugar legal para se fazer o rider training: no convés do USS Yorktown. Tudo bem que esse treinamento foi apenas para militares e veteranos, mas mesmo assim imagino que deve ter sido divertido.

Curiosamente, não são apenas os veteranos da Segunda Guerra Mundial que voltavam do front e procuravam as motos como válvula de escape. O mesmo tem acontecido com os veteranos atuais, vindos do Afeganistão e Iraque. E, assim como naquela época, eles também estão em busca de adrenalina, por isso boa parte deles escolhem motos esportivas.

Essa tendência tem aumentado em muito o número de fatalidades entre militares fora de serviço, ao ponto do exército americano ter criado um programa para ensiná-los a pilotar com segurança.

Apesar desse não ser o foco do treinamento da Harley, que é bem básico, não deixa de ser interessante eles estarem de olho nisso, incentivando quem quer começar a pilotar, a fazê-lo com segurança numa Harley.

Mais relatos sobre o incidente envolvendo MCs no Texas

A comunidade biker americana está acompanhando de perto o desenrolar dos eventos que acontecerem no último domingo, em Waco, que foi comentado neste post aqui. Todos temem mais represálias e perseguições contra os MCs, algo que já é  bem comum por lá.

A briga entre os Bandidos MC e os Cossacks MC deixaram  9 mortos, 18 feridos e 170 motoqueiros presos, em um tiroteio que está sendo divulgado por canais de notícias de todo o mundo.

Mas qual foi o motivo da briga?

Como já foi comentado aqui, nos EUA os MCs 1%er fazem uma demarcação de território, e só quem pode usar o nome do estado na parte inferior do escudo em três partes (bottom Rocker), é o MC dominante daquele local.

E desde 1966, o MC dominante do Texas são os Bandidos. Eles sempre deram a bênção para que clubes menores se formassem, mas o patch “Texas” era exclusivo deles.

Em 1969 foi criado um pequeno clube, chamado Cossacks MC. Eles sempre evitaram problemas com os Bandidos, e não há nenhuma rixa registrada entre eles. Mas nos últimos anos, o número de membros dos Cossacks começou a aumentar exponencialmente, assim como suas atividades “extra-clube”.

Isso já era motivo para causar rivalidade, mas o conflito realmente só começou quando os Cossacks passaram a usar o patch Texas em seus coletes.

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Charles Falco, um traficante que virou agente do DEA e se infiltrou em três MCs diferentes, disse numa entrevista para a Slate:

Os Bandidos nunca tiveram problemas com fundação dos Cossacks, desde que eles não usassem o patch “Texas”. Os Cossacks foram aumentando suas fileiras, e recrutando motoqueiros com uma personalidade mais hardcore para o clube. Foi uma transição lenta, mas quando você tem um número grande o bastante, você pode ir desafiar os Bandidos com o patch do Texas. Eles pensaram “Chegou a hora”.

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Um boletim da Polícia obtido pelo canal ABC NEWS 8 diz:

A violência entre os membros dos Bandidos MC e Cossacks MC tem aumentado em todo o Texas, e não há nenhum indicativo de que vá diminuir. O conflito parece ter surgido porque os Cossacks se recusaram a pagar uma comissão para os Bandidos, referente às suas atividades no Texas, e por terem reivindicado território usando o patch Texas em seus coletes.

No mesmo boletim, foi dito que 10 Cossacks haviam forçado um membro dos Bandidos a parar em uma estrada, e teriam o atacado com correntes, porretes e canos de metal, para depois roubar sua moto. Além disso, o FBI havia identificado que mais de 100 membros dos Bandidos estavam planejando ir até Odessa para iniciar uma guerra com os Cossacks.

Já sobre os outros MCs envolvidos, pouco se falou. Certamente são clubes menores, de “support”, que são chamados pra participar quando a coisa aperta.

Como eu já mencionei antes, infelizmente por lá a coisa é muito séria, e volta e meia pessoas morrem por causa disso. Em viagem aos EUA, lembrem-se dos posts que eu já fiz aqui sobre o assunto, e não se metam onde não forem convidados.

A regra do “No Colors”

Muita gente estranha ao visitar bares de motocicletas nos EUA e se deparar com a mensagem “No Colors”. Essa mensagem, que já fez até um homem negro achar que era racismo e fazer campanha contra o lugar, é na verdade uma aviso de que aquele estabelecimento não permite coletes e vestimentas que caracterizem um motoclube, na tentativa de evitar brigas e rivalidades lá dentro. O nome “colors” remete ao escudo e as cores do M.C., e vem da expressão “flying colors”, que é o que se diz de alguém que está andando por aí usando a insígnia do seu clube.

Foto: Sherri Jo Wilkins (https://sherrijosbecauseicanworldtour.wordpress.com/2011/09/27/)
Foto: Sherri Jo Wilkins ( https://sherrijosbecauseicanworldtour.wordpress.com/2011/09/27/ )

Isso já foi tentado aqui no Brasil causando bastante revolta, já que a grande maioria dos MCs brasileiros não possuem rivalidades e possuem uma estrutura mais familiar.

Mas nos EUA, onde muitos dos MCs possuem disputas de territórios, e os clubes 1%er são bem mais comuns e conhecidos, esse tipo de aviso serve para evitar brigas, como a que aconteceu neste Domingo em Waco, no Texas. Trecho da matéria no Estadão:

Tiroteio entre gangues rivais de motoqueiros deixa 9 mortos no Texas

Outras 18 pessoas foram feridas por disparos de arma de fogo e facadas; polícia local prende 192 pessoas após confusão

WACO, EUA – A polícia da cidade texana de Waco, nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira, 18, que prendeu 192 pessoas envolvidas em um tiroteio entre gangues de motoqueiros que deixou 9 mortos e pelo menos 18 feridos no domingo. Todos os detidos serão acusados de participação no crime organizado.

O tiroteio aconteceu no interior de um bar esportivo e no estacionamento situado entre os restaurantes Twin Peaks e Don Carlos pouco depois do meio-dia, segundo o canal de televisão local News Channel 25.

Fonte: O Estado de São Paulo

A matéria completa você pode ver aqui, inclui alguns vídeos:
Tiroteio entre gangues rivais de motoqueiros deixa 9 mortos no Texas – O Estado de São Paulo

Uma Sportster esportiva de verdade

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Já mencionei aqui que a origem no nome Sportster vem realmente de esportividade, já que ela foi a primeira bobber de fábrica, criada pela Harley para combater as velozes britânicas que estavam desembarcando nos EUA.

Mas o pessoal da DP Customs resolveu trazer esse conceito pro século 21 e criou a The Mack, uma Sportster que parece pertencer às pistas de corrida.

O motor tem 1250cc, com cabeçote, válvulas e comandos de alta performance. A suspensão é topo de linha da Ohlins, com um belo conjunto de freios da Brembo para parar esse trem todo. As rodas são de fibra de carbono, ajudando a reduzir o peso total do conjunto, já que o motor Evo V2 não é nem um pouco leve.

Particularmente, eu prefiro o conceito e o estilo da The American, da Deus. Mas que essa deve ser uma moto muito divertida de se pilotar, isso eu não tenho dúvida.

Aliás, muita gente me pergunta porque eu gosto tanto de motos como a Harley XR1200X (tenho uma), Triumph Thruxton (ainda vou ter uma), Ducati SportClassic (não tem por aqui) e a BMW Nine T (só se eu vender o meu rim na cotação atual), que possuem uma ciclística mais próxima de uma esportiva, mas com várias das falhas de uma moto mais pesada ou de concepção antiga. A verdade é que essas motos são extremamente divertidas de se pilotar, especialmente nas curvas. Você nunca fica entediado com a personalidade ou com as idiossincrasias dessas motocas.

Faço minhas as palavras de um campeão de Superbike, que participou recentemente da copa Vance and Hines da XR1200. Esse é um cara acostumado a passar dos 300km/h com facilidade, comentando sobre como foi correr com motos que mal passavam dos 230km/h:

“Eu nunca tive tanto medo indo tão devagar. Foi o máximo”.

 

Mais fotos da The Mack você confere aqui.

Mad Max: Fury Road – Crítica

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Antes de mais nada, vamos deixar uma coisa clara: se você é fã da trilogia original, vá ao cinema neste final de semana assistir ao filme Mad Max: Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road, em inglês).

Você não vai se arrepender. Simples assim.

Eu sei que já chamei o primeiro filme da série de supervalorizado anteriormente, mas gosto dele. E considero os dois Mad Max seguintes filmes antológicos, que fazem parte do inconsciente coletivo de qualquer pessoa que, como eu, cresceu nos anos 80 imaginando um futuro caótico e desesperançoso, alimentando pelo medo de um holocausto nuclear que parecia pairar sobre todos nós.

Mad Max Fury Road é o novo benchmark para os filmes pós-apocalípticos. Ele fez para os filmes de ação o que o Soldado Ryan fez para os filmes de guerra. O filme é sujo. É intenso. É absurdo. É surreal. E é tudo o que um fã da série espera.

São duas horas praticamente ininterruptas de perseguição, com poucos diálogos e, mesmo assim, o filme tem uma riqueza de detalhes que acabam explicando todo aquele universo.

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Isso se deve ao diretor George Miller que, aos 70 anos de idade, deu um cacete nos diretores mais novos e descolados, e criou algo inovador sem precisar usar nenhuma tendência da moda. Um feito impressionante em um mundo que parece valorizar apenas a novidade, e que considera coisas de poucos anos atrás como velhas.

Já o ator principal, Tom Hardy, encarnou um novo Max, que finalmente faz jus ao apelido de Mad. Sim, todos amamos Mel Gibson nesse papel, mas Tom trouxe algo de novo. O fato dele já ter se afundado nas drogas, e ter dito que teria vendido a mãe por crack, mostra que o cara pode interpretar a loucura com propriedade.

As referências aos filmes anteriores estão todas lá, algumas discretas outras descaradas. O Master-Blaster em uma versão mais sutil e grotesca, parte de um casting que não hesitou em escalar pessoas com severas deficiências físicas. A caixinha de música. O Interceptor V8. A jaqueta. Os olhos saltando para fora das órbitas antes de uma batida.

E a cereja do bolo foi o excelente vilão, Immortan Joe, interpretado por Hugh Keays-Byrne, o mesmo ator que fez o Toecutter no primeiro filme da série, 30 anos atrás. Um vilão que consegue ser tão assustador, quanto surreal.

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Até a Charlize Theron foi uma surpresa, interpretando uma personagem mutilada que faz você esquecer que está vendo a mesma atriz que costuma aparecer cheia de glamour anunciando perfume Francês na TV a cabo.

O filme é absurdo como só um filme australiano dos anos 80 poderia ser, mas com efeitos especiais e direção de arte do século 21. Aliás, efeitos especiais muito bem utilizados, diga-se de passagem, já que boa parte da ação foi feita com dublês e carros de verdade. Todos os veículos em cena funcionam plenamente, e são tão modificados que fica difícil dizer qual era o que antes (até uma Bonneville fez uma participação especial).

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O filme explode de tanta loucura. É uma sessão insana e ininterrupta de ação, com direito até a carro carregando trilha sonora para ditar o clima da batalha. Nada faz sentido, mas ao mesmo tempo, faz todo o sentido em um mundo como aquele. E no meio de todo o absurdo, você começa a entender aquela loucura e, quando menos espera, é empurrado para dentro dessa insanidade por um V8 cuspindo gasolina pelo carburador e soltando fogo pelo escape.

Não é a toa que o filme ficou parado na distribuidora por alguns anos antes de ser lançado. Em um mundo politicamente correto e limpinho como o de hoje, é preciso ter culhões para se aprovar o lançamento de um filme que brinca com o grotesco, mas sem perder a classe.

Não importa se a sala é XD, iMax, 4D ou qualquer outro nome do tipo: escolha a sala com a maior tela e o som mais potente possível e prepare-se para ver o mundo tremer.

E saia um pouco mais Mad do que você entrou.

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Mad Max: Estrada da Fúria

Classificação indicativa: 16 anos
Elenco
Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Zoë Kravitz, Rosie Huntington-Whiteley, Nathan Jones, Riley Keough, Josh Helman, Hugh Keays-Byrne, Debra Ades, Megan Gale
Roteiro
George Miller, Brendan McCarthy, Nick Lathouris
Direção
George Miller
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De além mar: Suzuki Intruder 1400

O Francisco Matias nos escreve de Portugal, mostrando mais uma moto rara de se ver por aqui: uma Intruder 1.400 1994, que ele comprou de um único dono, que a teve por 16 anos e havia cuidado muito bem dela. Gostei particularmente do detalhe da lanterna. Ele escreve:

Depois de ter passado por desportivas e super-desportivas decidi que precisava de mudar para algo mais calmo e que me permitisse mexer, quer em termos de estética quer em termos de mecânica e aí fica o resultado conseguido ao fim de praticamente um ano.

Nessa Intruder mudei ambos os guarda lamas, tirando os originais que são bem pesados e colocando na traseira um guarda lamas de uma marauder 800 em PVC que eu mesmo alterei e na frente um modelo standard também em PVC, ponteiras de escape curtas, os coletores de escape tinham o cromo muito desgastado com pontos de ferrugem, optei por colocar malha.

Na iluminação, lanterna traseira artesanal “ROYAL” e piscas traseiros fazem luz de presença e stop, na frente faróis auxiliares em baixo junto da mala de ferramentas.
Coloquei também comandos avançados, tendo para isso que trocar tubos de travão e o local onde os pousa-pés são fixos, tive também que aumentar o veio das mudanças.

No volante, optei por um drag bar, tendo colocado fios elétricos no seu interior, para que o drag bar sobressai-se optei por substituir o conta quilómetros original por outro mais pequeno colocado em local mais baixo e menos central. Coloquei ainda as luzes de neutro e de óleo dentro de uma soqueira verdadeira que fixei na mesa.
Banco feito à medida, mais curto e mais baixo.

A nível de mecânica, simples mudança de óleo, filtro de óleo, substituição dos filtros de ar por filtros KN laváveis, valvoline no cardam da transmissão, velas e substituição dos discos de embraiagem.

Bom, é uma breve descrição de grande parte do trabalho que realizei ao longo destes quase 2 anos que tenho a mota, com excepção dos tubos de travão e da pintura, tudo o resto foi feito no meu “laboratório”, muita adaptação, muita peça trabalhada e feita á medida, até mesmo a preparação das peças para pintura foi feita em casa com alguma fibra de vidro.

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Lisboa Art & Moto

Uma coisa que me deixa feliz em fazer o Old Dog Cycles é a contribuição que recebo dos leitores. Mencionei que gostaria de poder participar do Lisboa Art & Moto, o evento de motos que aconteceu em Portugal, terra que mora no meu coração. Dois leitores foram extremamente solícitos e mandaram fotos do que aconteceu por lá para que eu pudesse postar no O.D.C.: o Ricardo Gaudêncio, dono daquela belíssima Vulcan postada anteriormente aqui, e o Renato Gualtieri, que enviou as fotos tiradas por um amigo.

Como são muitas fotos legais, vou dividir o post em duas partes. Neste primeiro, vão as fotos do Ricardo Gaudêncio, que além de ter uma bela moto, se provou um fotógrafo de mão cheia:

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Todas as fotos © Ricardo Gaudêncio.

Dica: bairro de St. Pauli, em Hamburgo

O Giancarlo Ambrosi mandou uma dica legal para quem curte moto e está perto da Alemanha. É o bairro de St. Pauli, na cidade de Hamburgo. Ele escreve:

Mudando um pouco de assunto e dando uma dica de viagem para os Harleyros, em Hamburgo existe um bairro que chama St. Pauli, encostadinho no Porto de Hamburgo (um dos mais movimentados da europa). É o bairro boêmio da cidade, algumas quadras cheias de bares, um ao lado do outro, sexyshops e casas de shows eróticos completam a magia, ehehe. Infelizmente era dia e obviamente não tinha muito movimento.
Se liga no maluco que encontramos (dono de um bar com temática pirata), olha a customização da moto, até uma garrafa de Jägermeister tem vez.

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Autorizada da Harley em Columbus, Ohio

A Marcela mandou sua contribuição para os posts que mostram as autorizadas da Harley pelo mundo. Ela escreve:

Morei em Columbus e por isso visitei a loja algumas vezes. Columbus é a capital do estado de Ohio, cidade em que o Dimebag Darrel foi assassinado, onde ocorre o Arnold Sports Festival e também onde existe o revendedor mais antigo de Harley-Davidson da América: a A.D. Farrow Co., que foi fundada em 1912 e existe até hoje. Essa loja não é a mesma de 1912, mas está no local desde 1941. Fica próxima ao centro da cidade, e é pertinho para visitar a estátua em homenagem ao Arnold Schwarzenegger.

A loja não é muito grande e maioria das motos expostas eram semi-novas. Nos fundos fica a oficina e o estacionamento. Tem muita opção de vestuário e acessórios para a moto, o atendimento é muito bom também. Quando não tinha o que eu queria na loja, eles davam um jeito de conseguir.

Passei vergonha algumas vezes confundindo cliente com funcionário, não é minha culpa que eles usam a mesma camisa que os funcionários. Aliás, nos EUA eu vi várias pessoas usando tudo da marca! Lógico que aproveitei pra comprar muitas coisas lá, o preço era muito mais em conta que aqui no Brasil.

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Uma visão econômica sobre a Harley

O The Economist publicou uma matéria sobre a fase que a Harley-Davison anda passando neste exato momento, com um dólar fortalecido e busca por clientes mais jovens, femininos ou de outras etnias. Segundo o artigo, a necessidade da Harley abrir fábricas em outros países e cada vez maior.

Faltou só dizer que falta melhorar a relação com os consumidores de países com grande potencial como o Brasil, mas isso é outra história. A matéria completa, você confere nos links abaixo.

Um detalhe: onde o cidadão traduziu “esportivas” na matéria, leia-se “stret bikes”, que são motos como a nova linha Street e as Sportsters.

Link para a matéria no portal do Estadão.

Original em inglês no The Economist.

Ronin 47 na Jay Leno’s Garage

A Ronin 47 é uma moto feita sobre o esqueleto da Buell 1125 pela Ronin Motorworks, de Denver no Colorado. O Jay Leno entrevistou um dos fundadores e mostrou um pouco mais dessa moto.

O vídeo está em inglês, mas mesmo quem não entende nada, vale a pena assistir só pelas imagens da moto em ação.

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