Sou Harleyro de coração, mas talvez em extinção

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Apesar de ser um dos grandes críticos da marca Harley-Davidson (como mencionei na “Carta aberta aos leitores do blog“), é preciso sempre deixar claro que eu sou um dos grandes fanáticos pelas motos Harley-Davidson. No mundo das duas rodas, um V2 refrigerado a ar sempre fez meu coração pular mais forte.

E uma das coisas que sempre admirei nas motos da HD, foi o fato delas serem simples de manter, duráveis e praticamente imunes aos modismos e tendências passageiras. O legal de comprar uma Harley era que você podia rodar muito, usar bastante, e mesmo assim continuar com uma moto praticamente atemporal.

É aquela velha piada “motos ficam velhas, Harleys viram clássicos”. Num grupo de HDs, você chegar com uma velhinha, ou até mesmo uma mais recente EVO, era sempre motivo de admiração dos demais. Não era raro ouvir alguém dizer que queria deixar aquela moto pro filho.

E isso era legal demais. Sou um cara que acredita que o clássico nunca sai de moda. Jeans, camiseta branca, Stratocaster, Ray-Ban, Harley-Davidson.

Sei que isso pode parecer contraditório para os leitores frequentes aqui do blog, pois muitas vezes sou um grande defensor da inovação. Mas é preciso deixar claro que sou um defensor da inovação no tempo certo, coisa que a Harley por muito tempo foi boa de fazer. Nada de modismos que deixam a moto desatualizada em apenas um ano, mas coisas que agregam valor e segurança, muitas vezes mantendo a simplicidade tão querida por quem gosta de meter a mão na massa.

E esse papo um tanto contraditório, tem muito a ver com a minha personalidade. Gosto do equilíbrio. Gosto de coisas que unem dois mundos. Gosto de encontrar aquele ponto ideal que fica no meio, tão difícil de achar. É gostar do clássico pelo que ele representa, mas também adicionar uma pitada do novo. É algo foda, mas é algo que a Harley muitas vezes acerta na mosca.

Só que de uns tempos pra cá, tenho me sentido um alienígena, vendo vários colegas trocando de motos no que parece ser uma verdadeira corrida armamentista. Gente que passou um ano inteiro customizando a moto com carinho, para vende-la logo em seguida para pegar a última novidade. O tipo da coisa muito comum entre Jaspions, mas que era rara no meio HD.

Mas lendo o post do Wolfmann de hoje, chamado “Virei um Dinossauro”, vi ele expressar muito bem esse sentimento que eu tenho, mas que nunca soube colocar em palavras. Vale a leitura do post inteiro para entender o contexto, mas gostaria de frisar uma passagem quando ele menciona o novo perfil do comprador da HD:

“Esse novo consumidor (…) compra muita coisa da marca e procura estar ‘up to date com o life style’ enquanto o consumidor antigo tinha mais ligação com a moto evitando maiores ligações com a marca.”

Nada contra esse novo consumidor. Mas assim como o Wolfmann, eu também me sinto como um dinossauro, mais apegado a minha moto e ao que posso fazer com ela, do que com a última novidade na capa de uma revista.

Vale (como sempre) a leitura:
http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2014/12/virei-um-dinossauro.html

38 ideias sobre “Sou Harleyro de coração, mas talvez em extinção”

  1. Concordo em parte, há realmente um deslumbramento com a marca, principalmente em relação ao Status que ela vem representando, entretanto, não podemos confundir com a melhor adaptação aos modelos e sua aplicações.
    Minha primeira HD foi a blackline em 2011, foi realmente a moto da minha vida… Mas a estrada foi ficando longa e minha idade também… Apesar do sofrimento tive que trocar pela Street Glide ou trocava a mulher…
    Se pudesse tinha ficado com as duas… mas fazer o que… Pra rodar 1000km num dia troquei e recomendo…

  2. Concordo plenamente com o texto… Estou na Harley a apenas um ano, mas comprei minha moto para permanecer na minha vida! Outras podem vir, mas não venderei esta jamais.

    Talvez o meu “Perfil” ajude, quero colecionar, já tenho uma placa preta e não me importa de espera mais 29 anos para que minha HD entre para a “Coleção” definitivamente.

    Nos dias de hoje tem valido mais “Aparecer” fingir que é motociclista do que realmente viver isto.

    Se liga galera, respeito, conhecimento, muita estrada e acima de tudo paixão por moto.

  3. Concordo, eu troquei de moto no último ano, mas foi uma troca casada, ou seja, casei e peguei uma moto q cabe a patroa.
    Não me vejo trocando a RK tão cedo, to lá mexendo e descobrindo a moto, entendendo cada up bom q da pra fazer, escolho pneu, peças q vão ficar e as q vão sair, sonho com umas coisas, me irrito com outras, ponho uma peça e acho q ficou uma bosta mas seguro pra não comprometer o orçamento…. E assim vamos caminhando juntos, eu e a RK.

  4. Tenho minha sportster a aproximadamente 5 meses e sempre que olho pra ela a primeira coisa que vêm na cabeça é “não vou trocar de moto nunca!”, a propósito parabéns pelo blog Bayer venho ensaiando alguns comentários mas só hoje deu coragem. Queria dizer também que sua visão me ajudou muito, principalmente no “faça você mesmo” abraço!

    1. Putz John! Assino embaixo. Eu to a 10 meses, minha primeira moto é a bela 883 laranjona que desejava desde 2008. Olho pra ela e penso o mesmo: Nunca vou vende-la. Não sou fã da HD, sou fã da minha 883. Goato de fuçar, home made, coisa que eu só vejo no mundo Harley mesmo, nos outros é meio que “gambiarra” e num cola bem. Com um post aqui do blog eu mesmo comprei e troquei os amortecedores originais por de CB500. To sempre olhando uma forma de customizar… Eu que nunca fui ligado ao motociclismo agora fico o dia inteiro pensando na motoca.
      Ae Bayer, num deixa de postas as coisas ae não! Tamo sempre ae esperando um novo post! Abraços!

  5. O texto reflete também meu pensamento. Ando de moto a pelo menos 35 anos e antes disso com uns 11 ou 12 anos de idade, já ficava vidrado com as H-D’s que só víamos no cinema ou revistas importadas! Hoje tenho uma Dyna. Não troco por nada! E pra não escutar na mulher “ou eu ou ela!” – porque a mulher vai ter de se mudar, comprei uma Sportster 1200 pra ela. Quando estiver mais velho e minhas pernas não aguentarem mais o peso da moto, crio um eixo traseiro nela e coloco duas rodas alí! Moda é pra otário, Harley é atemporal!!

  6. Prefiro empurrar minha shadow 600, 1998, com 80mil km (dos quais fiz 40) que uso todo dia pra ir trabalhar, do que comprar uma HD zero. Mas não pela marca ou pelo modelo da moto, pelo amor que sinto pela minha honda. Sim, quero uma HD, mas meu xodó, a moto que eu tenho 1467 histórias pra contar é minha shadow. Isso me faz um “dinossauro” me faz um “biker” em extinção, de coração. .. sobre os outros. .. problema deles, cada um é cada um.

  7. Olá Bayer,

    Comentário preciso e certeiro. Tenho 44 anos e minha Sportster a muito tempo. Eu mesmo faço tudo nela.
    Não pretendo trocar por gosto mesmo.
    Mas isso de moda vai de cada um. Pra mim não serve.
    Se isso é ser dinossauro, então sou.

    Abraço!

  8. Boa noite, gostaria de acrescentar à sua postagem tomando por base também à postagem feita pelo Wolfmann. Acompanho seu blog há certo tempo, é uma fonte de conhecimento para quem está no mudo custom, não necessariamente o mundo HD.
    Sou apaixonado por motos no geral, realmente amo as duas rodas, e acho que isso me concede discernimento em meio ao fanatismo que há no mundo das duas rodas e que divide nossos irmãos.
    A ideia de tradicionalidade e união que existe nos grupos mais antigos de motociclistas muitas vezes entra em choque com a cabeça de caras mais novos que estão começando a andar agora e nunca passaram pelos perrengues e experiências que os antigões viveram.
    Pra quem teve o primeiro contato com as duas rodas somente agora, é tudo muito deslumbrante, desde jaquetas de couro cheias de caveiras, até a possibilidade de poder vestir um personagem “bad-boy” e sair de capacete coquinho com cara de mau por aí. Mas eles foram impelidos à isso, afinal é um mundo novo pro cara que comprou a moto agora, ele não sabe como agir e nem o que realmente quer da moto e talvez nem da própria vida, pois é complicado acesso à informação para quem ainda não é familiarizado com esse meio, e a gente começa a entender como as coisas são, depois começar a rodar por aí e conhecer pessoas.
    Bem, moral da história, acho que os caras mais novos precisam de orientação, simples assim, não um sermão, as vezes apenas uma conversa rápida num desses encontros que a vida nos reserva, quer em um forum onde um cara pede uma informação, em um encontro de motos ou parar por alguns instantes pra trocar uma ideia com um desconhecido sobre motos ou viagem. Afinal não somos donos da verdade, mas podemos conviver e evoluir juntos.

  9. BAYER
    Excelente POST!!
    muito bom!
    Cara, como já falei por aqui sou novo nesse meio mas o que EU penso é exatamente o que escreveu.

    HARLEY DAVIDSON é linda, clássica, estilosa, só ferro e cromo e mesmo assim, linda… O que me fez adquiri-la como MINHA PRIMEIRA MOTO!

    Só que eu vou contra os fanáticos, acho que a HD deveria continuar com seu estilo rústico mas PRIORIZAR inovação, conforto, comodidade, tecnologia.
    Uma moto de (no meu caso) 38 mil reais não ter um mísero marcador de combustível me indigna. Muitos dizem ‘ah isso é de menos’, pra mim não é não.
    NUNCA cogitaria em trocá-la se ela tivesse um BOM amortecedor, marcador de combustível, relógio…por que eu curto a moto, curto o estilo e pronto.

  10. Fala Bayer!

    Não costumo comentar em blogs, mas aqui da até gosto!

    Muito conteúdo bom aqui!

    Uma sugestão, gosto muito quando mostra alguns acessórios ref ao motociclismo… tipo aquela série.. Oq levamos no bolso ao andar de moto, vi que gosta de facas e canivetes… conhece as maglites ? Famosos faroletes da policia americana? Seria um ótimo post.

  11. Bayer, concordo com noventa por cento do que você e o Wolfmann escreveram. Gosto e ando de moto há muito tempo (de H-D há poucos anos), mas entendo que o mundo mudou muito com o advento da internet e dos meios de comunicação em geral- há muitas informações, e são rápidas, e chegam a todos, indiscriminadamente. E com todas essas mudanças de hoje entendo que os novos PHDs estão consumindo tudo o que está disponível sobre o universo das motos, em especial das Harleys, com uma fome e um deslumbramento que não havia no passado. É questão de tempo para as coisas se ajustarem, e todos se entenderem e aceitarem essas diferenças/nuances entre essas gerações e seus conflitos. Mas o gostoso é que, com mais H-Ds, mais blogs como o seu e do Wolf entre outros, a tendência é que estamos muito próximo deste alinhamento de pensamentos e estilos.

  12. Excelente texto como sempre!
    Achei seu blog quando estava procurando a minha XR1200x, felizmente consegui comprar a minha esse ano e finalmente entrei para o mundo HD!
    Que decepção!
    De fato, como estou em outra cidade, conheci mais gente em uma semana com a moto do que em meses sem ela, é claro que nesse meio muita gente bacana, mas a quantidade de Harleyros “de verdade” que trocam suas motos todos os anos, que não deixam a moto tomar chuva, que metem o pau na VRoad por causa da refrigeração a água, que metem o pau nos novos projetos e que vendem sua moto com 1200 km rodados… foi demais mais p mim.
    Tenho uma verdadeira admiração pela minha moto, acompanhei desde o lançamento no Brasil até a saída de linha, e não pretendo vendê-la, nem que for p drenar e deixar na garagem… provavelmente compraria outra p mulher ir pilotando a dela tbm.
    Abrçs!

  13. Concordo em partes…. Bom vamos lá!
    Meu sonho sempre foi ter uma Road King, contudo por não ter condições de adquirir, optei por uma de menor custo.. e aí que surgiu a Crioula em minha vida, meu xodó, uma 883R 2008.
    Por vontade, não queria vende-la pra ter que comprar outra… mas um dia pretendo ter minha R.K. e assim terei que me desfazer dela.

  14. Bayer, Muito boa a materia!!

    E entendo perfeitamente o que você falou…..minha electra 2001 veio de pai para filho….meu pai me vendeu pois depois de um acidente não podia mais pilotá-la e vendeu porque foi pra mim e nem minha mãe acreditou!! ja me ofereceram 38.000 dilmas nela e não vendi, semana passada teve um cara que teve o sacrilejo de me oferecer um corolla 2013…..absurdo trocar minha hd por um carro pode? e ficou bravo porque achou que eu estava desmerecendo o carro dele…..isso porque ja tinham avisado para ele que comigo o buraco era mais embaixo quanto a motos. Minha esposa ja nem melindra mais quando recuso essas “ofertas de bom negocio”…..eu tenho outra moto e sei que vou vendê-la….um dia…..terei outras motos..mas essa electra se depender de mim fica pros meus filhos é muito mais que o valor do bem material…..é viceral o sentimento por ela!

    Cara continue sempre assim com as coisas do blog!!!

    ABRAÇÃO DO CARLÃO

  15. Eh preciso seguir. Como na estrada a vida de motociclista eh achar a sua moto , as vezes leva tempo , as vezes para teu dia , férias , encontros , estradas… ect… uma moto como você , com a sua tocada com a sua tocada , podem ter outras mais rapidas suaves , equipadas , etc… quando encontrar a sua moto nunca mais vai querer outra.

  16. Confesso que me recinto de não ter começado antes.
    Virei motociclista acidentalmente, enquanto renovava minha CNH categoria B, resolvi “experimentar” e acrescentar um “A”.
    Tive duas surpresas principais logo de cara: 1) não se aprende a andar de moto em moto-escola e 2) “que sensaçãozinha interessante essa de quase-queda e corpo ao ar livre em movimento rápido”.
    Comecei logo numa CB300. Que motinha gostosa! Depois, um amigo me ofereceu umas voltas numa Sportster XL1200. Que sensação! Mais tarde, outro amigo me deixou andar numa Hornet. Outro numa Shadow. Fiz uns test-drives. Dei uma volta numa Ducati Diavel. Ia comprar uma 883R branquinha pérola apaixonante. Mas minha senhora me influenciou e hoje tenho uma Ducati Monster 786. Adoro esta moto. Mesmo que ela me dê uma dorzinha no cachaço às vezes.
    Mas confesso que, em relação à 883R que não tive, fiquei com a mesma sensação sobre aquela guria que me deu bola na festa e era só chegar, mas outra guria apareceu e nunca mais vi a primeira. Ainda tenho a curiosidade dessa experiência. Talvez eu a reencontre.
    Cada moto é uma vida diferente. E recém entrei nesse mundo.

  17. Excelente post, devo dizer que sou um grande fã da HD e aspirante a ter uma.Tenho somente 17 anos e sou fascinado em Harley, futuramente pretendo ter uma Fourty -eigth.

  18. Muito bacana o post Bayer, e o do Wolfman tb! Curto demais a minha Sportster e não penso em vender ela não.
    Engraçado que vejo muito isso por aqui em BH tb… O sujeito fica customizando a moto dele durante 1 ano e depois resolve vender, realmente não consigo entender.

  19. Fala Bayer. Trocou a vs. do WordPress? Ficou lindo!

    Recentemente troquei a Dyna pela Heritage por questões de conforto (indiscutível) e estilo.

    Sou Harleyro, de fato, há 14 meses; de coração, desde criança.
    No começo hesitava em responder à pergunta “Que moto vc tem?”, respondia “Custom!”, e acho que ainda faço isso. Poucos chegaram à resposta “Harley”.

    Apesar desse movimento e do Mkt, sinto também que aos poucos a imagem da Harley tem deixado de ser algo de burguês, talvez pela própria proliferação das BMW e Triumph, embora ainda ouça coisas do tipo “P0rr@, vc tem uma Harley!”…
    Depois desses 29 anos, desde a época da Mobilette (customizada), quando olho para a minha moto ou ando com ela, sinto uma baita PAZ difícil de explicar, e se tiver que explicar…

    Quanto aos novatos, alguns estão entrando pra ficar, outros são posers e serão em várias marcas. Não me incomodam mais.
    No fundo, enquanto existir esse tipo, teremos disponíveis no mercado, Harleys equipadas, com 2 ou 3 anos e pouco rodadas, a preço de tabela.
    Pensando bem, nada mal. Cada um que faça o que bem entender.
    A paz dos dinossauros, nem a chuva tira.

  20. Sobre o papo de nunca trocar a moto…
    Não me apego ao ponto de querer passar pro filho, talvez um dia sei lá, ainda mais agora navegando na net e vi a STREET BOB que veio para o BR. Animal!
    44 mil
    Trocaria se tivesse condiçoes, no momento tô feliz com a minha

  21. Aham, concordo. Mas também acho bem bonitinho o “Wolfman” falar que é mais importante estar ligado mais à moto e menos à marca, e quando você vai ver as fotos do blog do cara, são todas (ou quase) de passeios ou eventos ligados ao HOG…

    E outra, não sabia que eu tenho que ser um especialista em mecânica pra pilotar uma Harley. Qual o problema de eu levar minha moto no dealer ou em especializadas? Tenho certeza que vocês são todos mecânicos experts e nunca levam nem o próprio carro a oficinas mecânicas, desmontam e remontam o bicho em casa mesmo. Como eu não sou, deixa eu levar minha moto onde eu quiser, ok? Menos blá blá blá e mais estrada, gurizada (e velharada) de fim de semana. Compram Harley, adoram criticar outros que não pensam igual a vocês, mas vão trabalhar de carro que eu sei, “pq não dá pra confiar na meteorologia”…

    1. Eu não deveria, já que não costumo liberar comentários com emails falsos, mas vou responder.

      Não só você entendeu o texto completamente errado, e está dizendo coisas que não estão nele, como tentou fazer dois julgamentos de caráter de duas pessoas que você não conhece: 1) Eu, que não tenho carro há mais de 10 anos e uso a moto diariamente 2) O Wolfmann, que fez parte do HOG por ter amigos lá, e é uma das pessoas com o espírito mais biker que conheci nos últimos anos, sempre ajudando os outros e que tem uma Fat mais rodada que muita moto de M.C. por aí.

      A única pessoa que fez críticas a quem não pensa como ela, foi você. O blog sempre foi um espaço aberto de debate, com dicas (inclusive pra quem quiser aprender a meter a mão na massa) e que nunca exclui ninguém pelo tipo de moto que tem.

  22. Parabéns pela matéria. Fazem mais de 30 anos desde que meu pai chegou em casa com uma Honda ML 125… e a vida do garoto mudou, passaram os anos, comprei minha primeira moto…muitas aventuras e cerca de 15 motocicletas diferentes, mas sempre sonhando com as HD, fazem cerca de 2 anos que comprei a minha 883, essa parceira ainda vai me acompanhar por diversos anos nessas estradas.

  23. Respeito a posição consumista dos adptos do modismo desvairado, pois, que chato seria o mundo se não existissem os idiotas e todo o antagonismo decorrente. Por favor, não entendam mal. É que as vezes precisamos ser mesmo sarcásticos para sermos verdadeiramente compreendidos na inteireza da nossa sinceridade. Sou da velha escola do motociclismo e não sou daqueles que diz ficar “ofendido” ao ser chamado de motoqueiro. Afinal de contas, quando as primeiras motocicletas chegaram ao Brasil logo depois do final da Primeira Guerra Mundial, eram chamadas de motocas ou de “mototocas” e quem andava em uma dessas não era motociclista, mas sim motoqueiro. Para esses e para todo aquele que permanece fiel às origens não há espaço para modismos.

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