Levar um tombo é inevitável?

Beijar o asfalto.
Comprar um terreno.
Levar um rola.
Ir pro chão.
Dar um Kaput.

Diz aquela velha frase que só existem dois tipos de motociclistas: os que já caíram e os que ainda vão cair. Ontem foi minha vez. Apesar de não ser o primeiro, foi certamente o mais idiota.

Culpados? Da parte do motorista, uma bela fechada no meio de uma curva em U. Da minha parte, uma curva muito mais ousada do que o bom senso manda ter na cidade, ainda mais na pequena Crypton, a motinho que eu uso pra bater no dia a dia. (pensando bem, depois desse acidente, acho melhor parar de me referir à ela assim)

Não sou daqueles que, depois de um acidente, ficam fazendo engenharia reversa e dizendo que fizeram isso ou aquilo, que derraparam a moto de propósito, deitaram ela, fizeram um RL e bla bla bla. Como dizem os americanos, isso é bullshit.

Essas coisas acontecem em milésimos de segundo e quem assume o controle nessa hora são seus instintos. Quem fica inventando muito ou está mentindo ou está tentando se enganar. No meu caso foi simples: a moto já estava raspando a pedaleira no chão, quando um carro ultrapassou o sinal e veio me abalroar lateralmente, eu não tinha mais nenhum ângulo pra onde fugir e fui pro chão.

É por isso que eu sempre digo que precisamos ter um limite de sobra quando andamos nas ruas. Se a gente já está no limite do que a moto ou a nossa habilidade podem fazer, nossos créditos estarão esgotados em caso de emergência.

No meu caso, a conta veio na forma de calça rasgada, jaqueta de couro ralada, joelhos e cotovelos esfolados, uma baita dor nas costelas e uma maior ainda no orgulho.  E, claro, um monte de plástico pra se trocar na motinho.

Mas isso me lembra uma coisa que a maioria dos leigos adoram repetir na nossa cara: moto foi feita pra cair.

Motos foram feitas pra cair?

Não. Motos foram feitas para ficarem de pé. Preferencialmente com o lado da borracha para baixo. Apesar de possuírem muito menos segurança passiva do que um carro, com seus airbags e célula de sobrevivência, em teoria temos mais segurança ativa. Isso significa que se a gente souber usar, muitas vezes teremos mais chance de escapar e desviar de um acidente do que um carro.

Muitas vezes, mas não todas.

Anos atrás o Wolfmann fez um post ótimo cuja leitura eu recomendo na íntegra aqui. Mas um trecho em específico sempre ficou na minha cabeça, por isso eu vou tomar a liberdade de reproduzi-lo:

Todo mundo cai: tombo bobo, acidente grave ou simplesmente não agüentar o peso porque pisou em um folha solta no chão. E quando não é isso, foi porque algum infeliz achou que o carro passava no espaço deixado pela moto e vai dividir faixa entre a moto e outro carro, distraiu com o rádio, celular, filho no banco traseiro e assim por diante. São vários relatos assim. E nem comento as imprudências do dia a dia que nós mesmos fazemos porque entramos em “psycho mode” depois de se aborrecer em casa ou no trabalho.

Moto vem sendo minha companheira há mais de trinta anos e nem por isso esqueço como é perigoso (e fica cada dia mais perigoso) usá-la. Não vou desistir de pilotar, mas não dá para esquecer disso.

Treinar manobras de emergência até virar reflexo condicionado, procurar oportunidades para manter e avaliar sua pilotagem nas várias condições (até um passeio coxa do HOG serve para você se avaliar na estrada ou pegar chuva voltando para casa).

(…)

A idéia é chegar aos 90 de idade em cima de uma moto (provavelmente será um Trike ou terá marcha a ré porque o corpo mão vai agüentar o esforço), mas para isso tem de usar o que já aprendi e prestar atenção a alguma coisa que ainda preciso aprender.

Calouros caem porque não tem quem mostre onde pode a acontecer um imprevisto ou onde eles falham. Veteranos caem porque não tem humildade para receber uma crítica.

Mas todo mundo cai.

Amigos, boas estradas para vocês. E por favor, mantenham o lado com a borracha virado para baixo.

s59zcy

29 ideias sobre “Levar um tombo é inevitável?”

  1. Pôxa que droga… uma vez ouvi um relato que estatisticamente as chances de sofrermos algo no transito é alta a cada 4 anos pilotando…

    que bom que não aconteceu nada de mais sério e que estava com o mínimo de proteção…

    e chegou a hora de customizar a skinny crypton…

    me lembrei daquele post no fhd “o que vc quer estar usando na hora de cair”

    1. Pois é Mazz.

      Não sei se a cada 4 anos, mas sei que segundo as seguradoras, no 4º ano depois de começarmos a andar é a nossa maior chance de cair, já que temos habilidade e confiança suficiente para abusarmos. Mas de 4 em 4 também faz sentido: a gente cai, depois fica na manha, passam-se quatro anos e voltamos ao normal, aí a gente abusa e cai de novo! Hehehehe.

      Sempre que eu penso em customizar a skinny (gostei do nome, vou adotar), eu fico com dó. Como ela está hoje, eu não tenho dó de largar nas bibocas que tenho que ir… Mas um dia essa customização vai acontecer. Pretendo fazer isso:

      1. Streetcubs tem um lugar especial no coração de todos nós! kkkk
        se eu fosse vc nem repintava, desentorta o q der, repõe o que não dá mais e o resto fica assim… assim ela vai ser menos visada ainda!

  2. Eu aprendi a pilotar na autoescola. Adoro as história do pessoal das antigas que dirigia desde moleque e tal, mas eu comecei andando algumas vezes escondido aos 16 e depois só com a carteira, aos 18. Depois da carteira, eu ia para uma região de chácaras fora da cidade e ia aprender a andar nas ruas de terra de lá – minha primeira moto foi uma XTZ que se depenou com o tempo. Nessa de andar na terra eu sinceramente perdi a conta de quantas vezes eu caí e levantei do chão completamente marrom de terra, pra continuar andando e caindo – pique da juventude, acho.

    Fato é que depois de tanto cair na terra eu passei a cair cada vez menos e acho que o importante é ter humildade, dirigir direito e deixar cada queda servir de lição.

  3. Pô véi, é assim mesmo… Que as maiores feridas fiquem no ego, pq da para disfarçar melhor e se transformam em luminosos lembretes de cautela. Sacode a poeira, passa um Hipoglós e volta logo que agora vc é um piloto melhor. Abração !!!

  4. As mulheres que me desculpem o baixo nivel, mais a verdade é só uma ” só broxa quem fode. Só cai quem anda ”

    Estou a um mes com a perna imobilizada tombo idiota. Na porta de casa a Macaca ( nome da minha amada FXSTB ) tombou sobre meu pé que ficou para traz igual o Curupira causando rompimento de ligamento. Serviu para mais um aprendizado que foi. Devo comprar uma bota para chuva saquinho plastico escorrega no piso da frente do portão de casa

    Bola pra frente…

    Bola pra frente abraços

  5. Primeiro tombo um mês depois que peguei a moto. Foram só alguns ralados, mas fiquei com cicatriz no pulso. Já me derrubaram em sinal vermelhor, já caí a 20 km por hora. Até já dormi na moto e saí da estrada uma vez. Eu sei que vou cair novamente. Não sei quando, mas vou. Pode ser deficiência no aprendizado. Só fiz moto escola.

    Por isso, nunca saio sem o mínimo de proteção. Eu não acredito quando alguém diz que nunca caiu. Deve andar muito pouco de moto. Andou, cai. Uma hora ou outra.

  6. Eu sou a prova viva que o reflexo é o grande responsável nos momentos de perigo.

    Rod anhanguera, 120km/l, em uma moto de 350km.
    Ai o Pneu dianteiro resolve que vai cometer o suicidio e explode.

    De longe o menor limite da minha moto, sou eu mesmo. Ela faria mais curva do que faz, correria mais do que hoje corre, passaria em corredores mais apertados do que hoje passa.

    O maior problema dela sou eu.

    Isso não impediu que ao explodir o pneu, eu tirasse de sei la onde a calma para conseguir manter ela em pé… e parar no meio da rodovia. O que eu fiz?! Eu não tenho a minima ideia… se fosse depender da minha habilidade consciente, estaria até agora puxando pedaços de pele do asfalto.

    No fundo, ainda bem que meu medo é bem maior que o meu modo suicida.

  7. Já tive tombos bobos e tomei um sustão uma vez, com um pedestre atravessando numa curva, que me jogou no chão. Graças a Deus o infeliz não sofreu nada, mas eu quebrei umas costelas e fui de carro de resgate dos bombeiros até o hospital. Não desisti da moto, mas fiquei cagão. Ando sempre ligado e abaixo do limite. Meu pai dizia que andar de moto é estar sentado na morte, contando com a sorte.

  8. Eu cai duas vezes de moto e as duas, agora na serenidade dos meus 5.0 e poucos, vejo claramente que foi imprudencia. Na primeira ao ultrapassar um semaforo verde as 4 da manha e sendo albaroado por um opala e na segunda tentando dar VDO na minha CB400 japa no litoral e ver um pneu traseiro estourar e dar PT na japa. Agora tento ao maximo ser mais coxinha apesar dos instintos.

  9. Bem por aí mesmo.

    Eu tive uma Biz qdo era moleque e tomei uns rolas bem idiotas, pra ficar espero mesmo (uma vez a moto empinou sozinha e a garupa caiu de bunda no chão).

    De lá pra cá eu tomei um rola meio feio, mas por milagre, só fiquei com uns aranhões bem de leve. Dessa vez eu tava na garupa e o piloto não viu a curva. Alcei voo e abri caminho no meio do mato.

    Ano passado eu comprei uma 883. Deixei ela cair 2 vezes, parado, por pura cabacisse (na hora fiquei puto, mas agora entendo que eu precisava ter uma noção melhor do meu limite e do peso dessa danada). Ando na estrada que nem uma senhora de 60 anos, sempre buscando manter uma distância segura dos carros e dos outros motocas. Ainda assim, esses dias a moto jogou a traseira a 100km/h. Segurei no reflexo… depois foi só limpar o banco e blz.

    Cautela + muito treino = confiança. Muita confiança = vai dar merda. Acho que o segredo e ser prudente e humilde pra evitar o pior e rezar qdo essa escolha não é sua.

  10. Todo motociclista uma hora perde a virgindade..
    Alguns cachorros loucos e motoqueiros abusam de fazer besteira e namorar o asfalto.
    Já caiu umas vezes e me machuquei apenas uma.
    Realmente a sensação é horrível e passa um filme em uma fração de segundo.

  11. Realmente, uma coisa é certa, todo motociclista, todo motoqueiro tem pelo menos um tombo reservado, pode até demorar mas, um dia ele virá rs,,,(isso pelo menos foi o que me disseram quando comecei nesse mundo).
    No início deste ano, após um trabalho fora do país e também um tempinho sem andar de moto (algo como 2 meses e meio), resolvi fazer uma geral nas motos. A HD precisava de uma boa limpeza severa e a Falcon a algum tempo eu queria mandar pintar (a cor preta gera muitos riscos, marcas etc).
    Fechei com um amigo de uma oficina, onde o mesmo iria pintar a Falcon por 1000 reais a vista, e na data combinada retirei a moto.
    Estava impecável, simplesmente maravilhosa, do jeito que eu queria e imaginava.
    Em um belo dia, eu indo para o trabalho, Curitiba, inicio do outono, uma leve garoa, (sempre corto caminho por uma rua em más condições, meio esburacada, e com grandes sulcos no asfalto)em 2 segundos de distração fui ao chão.
    Basicamente a 40 km/h, acabei pegando uma deformação no asfalto juntamente com uma marca grande de óleo no chão. Não consegui desviar a frente, na hora que a roda da frente passou a mesma virou e eu nao consegui segurar a moto. Fui ao chão de lado.
    Como sempre, ando de jaqueta, bota, luva, capacete bom (apesar de ser open face). Foi aquele tombo bobo, que graças a Deus feriu mais o ego do que a mim mesmo. Claro fiquei todo dolorido, ombro, pernas, pois cai praticamente de lado, e dei uma leve lixada no asfalto. Me leventei quase que instantaneamente, super envergonhado e ja tentando ver os estragos na moto.
    Por sorte o tanque não riscou nada, nem a lateral da moto, apenas a carenagem do farol, o manete, farol e espelho do lado direito foram danificados.
    Mas uma coisa é certa, a confiança com um tempo é sem duvida um ponto prejudicial. Vc nunca deve subestimar, pois no momento em que se tornar trivial, rotineiro, comum se abrem as “brechas” para os acidentes acontecerem.
    Um grande abraço a todos.

  12. Ontem quase foi minha vez também. Eu estava em “psycho mode”, dando uma volta na hora do almoço com a minha Intruder 125. Cheguei rápido demais num lugar onde eu deveria aguardar uns segundos pra uma conversão à esquerda, freei como se não houvesse amanhã, virando pra direita. Saiu um pouquinho a traseira pra esquerda, bem de leve, de roda travada e cantando pneu. Gelou o estômago na hora…

    Melhoras, Bayer.

  13. Noite, Bayer!

    Sempre quis comentar no seu site, e a hora é agora!

    Comecei a acompanhar o Old Dog faz pouco tempo, e quando descobri ele li todos os posts (demorou um pouco porque trabalho o dia inteiro, mas li heheheh). Descobri o site porque estou a caminho de realizar um grande sonho desde criança: aprender a andar de moto.

    Tenho carteira de carro há quase 10 anos, mas não tive a oportunidade antes de poder tirar a carteira de moto. Agora que posso, intensifiquei ainda mais minhas pesquisas, e nisso seu site ajudou muito. Por isso agradeço.

    Seu site é uma fonte inesgotável de informações valiosas para todos nós motoqueiros (já me considero um, uai). Primeiro vou começar em uma 250cc, mas meu sonho mesmo é uma custom (Harley-Davidson e Victory, estou falando de vocês), junto com uma scrambler (que provavelmente será esta mesma primeira moto que vou comprar, mexer e manter como companheira de viagens e curtição). Motos de atitude, que combinem com o meu estilo, isso que eu quero!

    Ah, também curto muito as motos russas da marca Ural, por isso gostaria de fazer uma sugestão de matéria: que tal falar dessas incríveis máquinas russas com sidecar?

    Valeu!

    1. Lucas, excelente idéia essa das motos da Ural. Realmente é uma marca quase que 99% desconhecida por nós brasileiros. Eu tive a oportunidade de andar e me apaixonar por uma modelo BlackForce no Chile, quando estava a trabalho por aquelas bandas.
      A moto é simplesmente maravilhosa, as opções que existem, os modelos, algumas tem até um pequeno guincho, pá, machado.
      As motos saem todas com kit de freio da Brembo, sistema de exaustão top de linha, dentre outros produtos.
      Uma observação sobre a Scrambler, gostei da moto, excelente pilotagem, postura na moto (mesmo eu tenho 1,95), moto ágil, rápida e muito prática. Seria uma otima opção para compra se o preço não fosse de 36 mil reais,,,Uma pena!
      Esta ai, uma excelente dica.
      Abraços!!!

      1. Opa, Andrezaum. Tudo tranquilo?

        Pois é, queria pilotar uma Ural, nem sabia que tinham delas no Chile.

        Realmente, a Scrambler parece incrível, mas é muito cara… Espero que aquela Sixty2 da Ducati seja lançada em breve, por ter 400cc talvez venha em um preço bom.

        Mas a scrambler que eu me referia é pegar a 250cc que eu vou comprar de primeira moto e transformá-la. Andei vendo umas reportagens lá fora e é um trabalho bem interessante. Quem sabe até lá eu pego as manhas e faço o serviço no quintal de casa mesmo.

        Abraço!

        1. Fala meu velho,,,Então as motos da Ural na capital do Chile existe uma revenda, e o preço é muito bom. As motos são fora de série (literalmente), é uma moto de volta ao mundo tranquilo!
          Eu sei bem o que é montar um projeto, estou a quase 2 anos montando uma Bobber em cima de uma Shadow 600 2000. Realmente o prazer de montar a sua própria moto, no seu estilo, é imenso.
          Não vejo a hora de terminar e poder rodar com ela no dia a dia, e deixa a grandona apenas p viagens longas!
          Uma das coisas que tenho certeza é que no tanque vai estar o velho logo: Fuck The Factory!
          Abraço!

          1. Massa, cara! Parabéns pela iniciativa de montar um projeto só seu. O meu ainda tá no plano dos pensamentos, mas eu chego lá! Uma das questões que me fizeram pensar assim é que não há no mercado nenhuma moto do jeito que eu quero para começar, então eu decidi montar uma do jeito que eu quero.
            Pior que onde eu moro só tem concessionária Yamaha e Honda, o que diminui muito as escolhas. E como eu ainda não manjo muito (quase nada, na verdade) de mecânica e tal, penso em pegar uma 0 km de baixa cilindrada e ir pegando o jeito na pilotagem e na manutenção em casa. Aí quando eu puder comprar uma moto melhor e se eu não precisar dar a minha primeira moto de entrada, eu vou dar uma customizada nervosa nela.
            Será que é muito difícil trazer uma Ural do Chile pra cá? Quem sabe essa não vai ser minha segunda moto…

  14. Ola Lucas, bom dia! Meu velho, um conselho que eu te dou mesmo antes de começar a andar de moto, faça um cursinho de manutenção mecânica e elétrica. P/ vc aprender a mexer com as motos em casa. Eu demorei muito tempo para ter a oportunidade de fazer um curso, e/ou aprender mais sobre motos, mecânica, manutenção, e hoje posso te dizer que foi a melhor coisa que eu fiz. Fiz um curso básico, bem simples em uma oficina escola, onde mexemos basicamente em cg´s (carburadas e injetadas), algo como 3 meses. Foi muito bom para dar um start no conhecimento.
    Depois acabei fazendo um curso para motos acima de 500 cc, ai o esquema começou a ficar mais interessante.
    Customizar uma moto é algo sem palavras, vc fazer do seu jeito, pensando em como vai ficar cada cm3 do projeto, é sem igual. Lógico que tudo tem seu lado negativo, então os valores tbm não são baratos, mas o prazer é imenso.
    Olha a importação das motos não vale a pena, os valores dos impostos e taxas são quase que impraticáveis.
    Acho que o esquema é começar como vc comentou, pegar uma moto pequena, ir aprendendo os esquemas, os macetes, a mecânica, e deste ponto, seguir para algo que sacie a sua vontade (pelo menos por um período de tempo).
    Grande abraço!

    1. Fala, Andrezaum!
      Ótima dica essa dos cursos. Vou ver se acho algo por aqui. Caso não achar, vou ter que aprender sozinho mesmo, ou ver se tem algum curso da net ou por correspondência… Aliás, quem sabe o Instituto Universal Brasileiro não tem algum? Outra opção pode ser ir em uma oficina de motos e pedir pra trabalhar de graça aos sábados só pra aprender… Será que dá certo? Hahahah

      Abração!

  15. Olá, Boa noite! Olddogcicles ;

    Cara muito legal seu site , muitas informações interessantes de motos.. Sou iniciante no mundo das motos ,faz 1 ano e pouco que piloto ,mas já tomei um capote nervoso,tipo Freei demais E tb não fiz as devidas manutenções como óleo na corrente e aperto da mesma. Comprei uma motinha 125 ,fiquei treinando perto de casa,antes te tudo tirei carteira é claro, Mas com o tempo fui pegando as manhas e partir para uma CB 300 com ABS, piloto bem mas manhas pq sei que não depende só de nós e fico com 4 olhos , 2 na frente e 2 atrás..rs Mas o fato é que estou a cada dia mais entusiasmado com as motocas, pretendo pegar uma Iron 883 da HD, mas só qdo me capitalizar. Eu procuro andar sempre pra treinar, Pq qto mais vc anda melhor vc fica.. Depois que assistir Sons Of Anarchy aí fiquei apaixonado pelas motos e querer aprender mais e mais sobre mecânica e tal.. Eu acho que o grande segredo de pilotar é vc andar sempre grilado ,prevendo todas as possibilidades de dar merda e não abusar da auto confiança.. No mais …só queria expressar meus sentimentos pelo seu Dog meu velho..pw depois que li seu post do Logan.,Eu fui dar um abraço no meu Dog que se chama Billy..Ele é um filhote mas já sinto como se ele fosse um filho..Parabéns pelo site!!

    1. Falou tudo, cara! Andar sempre grilado e sem abusar da autoconfiança. Caí 2 tombos, o primeiro de xtz, me descasquei todo, o segundo de Lander na grama, sem maiores consequências, mas serviu de alerta da mesma forma. E é isso, manter distância, não abusar da inclinação nas curvas e ter cuidado redobrado pra acelerar e freiar onde possa ter algo que escorregue, qualquer poeirinha no asfalto e o olho já estrala hahahaa abraço.

  16. Muito boooom (o site, os textos, não a queda… óbvio)! Dá vontade de compartilhar tudo! Sempre penso e digo aos amigos “nós somos responsáveis pela nossa própria segurança, não dá de deixar nossa vida na mão dos outros!” Esse mês to completando 1 anos sem cair com a motoca! Motivo pra comemorar! hahaha
    Fique bem!
    Abraço!

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