O nada discreto marketing da Indian

A propaganda no Brasil tem uma peculiaridade: quando um anunciante critica o produto da concorrência, seja tirando sarro ou fazendo uma comparação direta (mesmo que honesta), a maioria dos consumidores tendem a simpatizar com o produto do concorrente, um verdadeiro tiro pela culatra.

Existem várias teorias sobre porque isso acontece, sendo a mais recorrente a que alega que, no Brasil, a maioria da população tende a torcer pelo mais fraco e ver pessoas de sucesso ou em posições de liderança com desconfiança.

No entanto, esse tipo de comparação é comum nos EUA, com marcas famosas como a Coca-Cola e a Pepsi alterando “tirações de sarro” uma com a outra com certa frequência. A própria Indian fez uma campanha inteira se comparando com a Harley:

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Anuncio Indian 2

Anuncio Indian

Continuando com essa tradição, o novo vídeo do canal da Indian no YouTube foi direto ao ponto, comparando a nova Scout com a Harley-Davidson Superlow. Não dá pra deixar de notar um certo desdém do apresentador pela Low:

E vocês, qual vocês preferem?

30 ideias sobre “O nada discreto marketing da Indian”

  1. Gosto mais da Harley-Davidson, que é uma marca centenária e com tradição, do que da Polaris.
    Podem copiar hoje o estilo e (tentar) o lifestyle, mas serão sempre uma cópia.
    Como diziam no Tropa de Elite: Nunca serão!

  2. Este marketing agressivo funciona bem quando você tem consumidores mais evoluídos, caso do mercado americano .
    No Brazil( zil, zil ) com um mercado altamente comprador ,e com consumidores que tem um complexo de inferioridade cultural ,a tendência é realmente “torcerem” para o mais fraco ,sem analisar qual é o melhor produto.

  3. Quanto comentário sem noção… bah desmerecer o concorrente é marketing de última… pra valorizar é mais fácil desmerecer o outro… como tudo no Brasil… só por isso sou mais HD…. por uma propaganda mais honesta… inclusive nas campanhas eleitorais…

  4. Não acredito que o público alvo destas motocicletas no Brasil, vão se deixar levar pelo mais fraco, ou qquer outro fator, quem tem dinheiro para comprar uma ou outra irá direto ao ponto do gosto pessoal, no início acho q a indian tvz leve uma pequena vantagem pelo fato de estar chegando agora é por isso suas motocicletas são quase q exclusivas por aqui! Se bem que será difícil convencer os apaixonados por Harley mudar de ideia !

  5. Bayer, pelo amor de Deus explica para esse povo desinformado que Indian é Indian e não Polaris!! O critério para elogiar uma empresa é nunca ter fechado? Então vamos lá só pra argumentar: HD também não é mais HD. Eu explico melhor, teve uma época que a Hd foi vendida para uma empresa que não tinha nada a ver com a tradição e estilo “harley davidson”, essa empresa só fez merda e praticamente enterrou a marca; Depois os descendentes dos fundadores HD se uniram e Recompraram uma empresa e marca que JÁ NÃO ERA MAIS HARLEY DAVIDSON!!! entenderam? Então só pra provocar HD também não é HD…. rsss
    Abraços.

  6. Victory Motorcycles Company é um fabricante de motocicletas norte-americano fundado em 1997. A empresa é uma subsidiária da Polaris Industries (fabrica principalmente quadriciclos e snowmobiles) e produz motocicletas no estilo de Harley-Davidson para o mercado norte-americano. Victory planeja entrar no mercado europeu ainda em 2009

  7. Fusão com a AMF ocorreu em 1969

    Uma nova fase na história da Harley-Davidson teve início em 1965. Com a abertura das suas ações na Bolsa, termina o controle familiar na empresa. Como conseqüência dessa decisão, em 1969, a Harley-Davidson uniu-se com a empresa American Machine and Foundry (AMF), Outro momento decisivo na história da Harley-Davidson ocorreu no dia 26 de fevereiro de 1981, quando 13 executivos seniores da empresa assinaram uma carta de intenção para comprar as ações da Harley-Davidson que pertenciam à AMF. Em junho do mesmo ano, a compra foi concretizada e a frase “The eagle soars alone” (A águia voa sozinha) se popularizava. Imediatamente, os novos proprietários da empresa implementaram novos métodos de produção e gerenciamento de qualidade na produção das motocicletas da marca.

  8. O marketing que endeusa a coisa, a moto, a “lenda”… não deveria ser assim, como algumas marcas insistem em fazer. Não é a máquina, e sim o cara sobre ela, que pode realmente fazer história, cruzar o país, o continente, etc…Thiago Muzika que o diga. (https://www.facebook.com/Thiago-Muzika-267424190080625/)

    Enfim…”Fuck the Factory”… se a propaganda de uma marca te incomoda, mal sinal, ou melhor dizendo, sinal clássico de você está se tornando um jaquetinha, hora de começar a pensar, rapidamente, na próxima viagem, que se matem os fabricantes.

  9. Eu acho q propaganda bem bacana.

    Agora é ter força e acreditar no mercado, abrir mais concessionarias pelo pais. Demonstrar que o produto é durável e confiável…. e manter o investimento por aqui…

    Alias… dar uma aliviada nos preços não seria nada ruim tb…

  10. Ambas deveriam era cobrar preços justos por seus produtos e serviços, ou ao menos oferecer qualidade à altura. Só quem tem uma dessas (ambas) sabe a sensação de impotência diante de marcas que, mesmo praticando preços absurdos, dão a entender que estão fazendo um “favor” a seus consumidores…

  11. Acho que a concorrência faz bem para o mercado e o consumidor sairá ganhando. Ademais, são frequentes as trocas de diretores, CEOs, presidentes, executivos… entre as empresas que detêm as marcas. Da mesma forma ocorre, de tempos em tempos, sobre a propriedade destas empresas. Então, esse culto sagrado à marca, à maquina, à jaquetinha… só enche o bolso dessa gente e os estimula ao relaxamento na qualidade, ao (des)atendimento no pós venda ao piloto, à falta de busca por fornecedores melhores e por peças mais baratas, mantendo a qualidade etc., porque a propaganda e a “cultura” no entorno da marca garantem mais o lucro do que o conteúdo em si do produto.

  12. Me parece que, no Brasil, uma das formas das empresas, principalmente automobilísticas, fugirem deste “tiro pela culatra” na propaganda direta é através da dita mídia especializada: revistas, sites, blogs e vlogs, com seus comparativos técnicos que, muitas vezes, os vemos descaradamente tendenciosos, eu diria até ofensivo a nossa inteligência, pois temos ou já utilizamos o produto ou a marca em algum momento e sabemos dos defeitos e qualidades, mas enfim ilude a muitos.

  13. Então Bayer, bacana a matéria mais uma vez, mas sobre este tipo de propaganda da Indian sou totalmente contra…
    No curso de marketing que fiz, e minha experiência com o mesmo, aprendemos que os concorrentes devem se dar as mãos e não tapas… Sei que uma marca deve ficar atenta sobre o que a outra está fazendo, desenvolvendo, novidades, atendimento, melhorias e etc…etc…etc… falar MAL do concorrente é tiro no pé, em qualquer lugar do mundo, deve-se é falar das QUALIDADES e VANTAGENS do seu produto para o seu PÚBLICO-ALVO, isso sim…
    Agora quem vai comprar ou não, são outros quinhentos… Como disse alguém aí em cima, muita gente vai comprar a Indian, nem tanto pela paixão, mas pela exclusividade momentânea, ou como MUITOS DONOS DE HD SÃO, que compram as motos não pela moto, mas sim pelo STATUS.
    Abraço do Rato de Minas e vamos colocar essas motocas pra rodar galera… ;)

  14. Boa Delmon!
    Tendo em vista os relatos de problemas elétricos e/ou eletrônicos recorrentes em muitas motos de 2004 pra cá e a precária assistência no país, eu, particularmente, optei por adquirir uma HD 1998, carburada, sem limitador de giro, sem componentes eletrônicos, sem ABS, sem firulas e frescuras, que me atraiu muito pela simplicidade da mecânica, e a manutenção eu mesmo faço.
    Tá certo que a HD tem uma notável tradição, mas eu gosto é de moto! No sentido amplo da palavra. E a que me for mais conveniente é a que vou usar.
    Não seria tão primitivo se o fabricante apenas apresentasse o seu produto, em vez de tirar sarro do concorrente. Como alguém já disse aí pra cima, parece dor de corno.

  15. É até bacana esse marketing agressivo, acho que gera competitividade…

    Mas as motos da Indian por sua vez, pelo menos para mim, foram uma decepção. Parece uma moto de brinquedo.

    Sou muito mais a Triumph e a HD.

  16. Achei massa pra caramba o marketing agressivo e direto. Acompanhei a Indian e a Harley no youtube como se tivesse acompanhando uma novela (Risos).
    Sempre curti uma moto rústica, seca e sem firulas… Uma Harley sempre me casou bem por conta disso (sou beem purista e tradicional). Mas quando vi a Chieff….. nossa, meu coração parou.
    Foi amor a primeira vista… Sempre curti uma moto comprida e “trambolhuda” (tenho uma Shadow 750), e tudo piorou quando, em uma reunião do motoclube, um membro entrou na cede e parou ela bem na minha frente. Cara, fiquei sem ar… ela é enorme e muito mais bonita que na internet. Deu um show de charme e classe. O 111 Thunder Stroke é GIGANTE.

    Bem, o único defeito da Indian é a falta de opções. Não sou muito fã da Scoutt (gosto de motos mais no estilo cowboy), e também não tenho como bancar uma moto de 1800cc porque simplesmente não consigo parar de andar de moto toda hora.
    Seria perfeito se a Indian soltasse uma Chieff 1400cc ou 1500cc, pra ser um pouco mais econômica, e com uma potencia que n deixasse a desejar, como já é.

  17. Eu tenho uma Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom a 3 anos. Peguei zero e estou satisfeito, porém reconheço que a Harley-Davidson tem pontos fracos em relação as concorrentes.

    Em agosto do presente ano (2016) fiz uma visita a uma concessionária da Triumph em São Paulo com um amigo que estava pesquisando para comprar uma Custom, e na ocasião tive a oportunidade de fazer um test driver na Thunderbird Comander. Pilotando a máquina notei de imediato que ela é bem mais macia que a minha, tem mais torque, a posição de pilotagem e o banco é bem mais confortável, as pedaleiras não raspam no asfalto com qualquer curvinha como acontece com a Harley além do que, devido a refrigeração líquida da Thunderbird, o calor nas pernas é muito menor indiscutivelmente. Olhando por outro lado, a Thunderbird usa e abusa das peças de plastico, assim como a Midnight Star, e isso, particularmente, não me agrada em uma moto dessa categoria. Fomos então na concessionaria da Indian na Av, dos Bandeirantes em São Paulo para conhecer o produto da marca. Conversando com o vendedor na ocasião, informamos que estávamos pesquisando os produtos e os preços pois meu amigo Edgar queria adquirir uma Custom. O papo com esse vendedor foi muito engraçado, o sujeito se concentrava mais em destacar os supostos “defeitos” do produto da concorrência do que destacar a qualidade do produto deles. Depois de uns 30 minutos ouvindo “conversa mole” do vendedor, que afirmava insistentemente que a Scout era o modelo superior em relação Fat Boy e a Thunderbird, e que Chief Classic era uma modelo muito acima desta (lógico que nos tocamos que o vendedor estava preocupado em “enquadrar” e “justificar” os preços dos modelos da Indian em relação a concorrência), conseguimos fazer um test driver na Chief Classic. Pilotando a Chief, notei que ela é muito macia (bem mais que a Thunderbird), posição de dirigir é ótima e o banco é bem confortável (a Thunderbird é um pouco melhor), porém esquenta as pernas tanto quanto minha Dyna e Fat Boy, as pedaleira raspam fácil no asfalto tanto como a Dyna e a Fat Boy. Com relação ao acabamento a Chief é a melhor das três, pouquíssimo plastico (como eu gosto) e as linhas da moto como um todo é na minha opinião a mais harmoniosa, mas aqueles para-lamas não me agradaram. Vamos agora falar de um fator que pesa muito para nós brasileiros, o PREÇO. Quem já comprou uma Harley zero, sabe muito bem (assim como eu) que se tratando das Dyna (modelo Super Glide que não é mais oferecido pela marca) e Softail pra cima, o preço de tabela deles é só para “ingles ver”. Se você tem a grana a vista você consegue comprar uma Harley com um belíssimo desconto principalmente se você esperar janeiro e fevereiro quando eles queimam o estoque que não foi vendido no ano anterior. Uma Fat Boy 2016 Special já se compra por R$ 57,5 mil à vista hoje (Tabela: R$ 69,9 mil). A Thunderbird você compra por R$ 54 mil à vista (Tabela: R$ 64,5 mil). Agora a Indian Chief Classic está com um preço absurdo “no urtimo”, essa moto não vale R$ 79990,00 DE JEITO NENHUM, e se você quiser desconto para pagamento à vista os caras não dão, o que eles oferecem é acessórios incluídos no preço de tabela, mas desconto que é bom, NADA (não sei se eles mudaram de postura com essa crise).

    De qualquer forma gosto é gosto, bolso é bolso, cada um tem o seu, porém eu, particularmente, mesmo que tivesse grana como um Bill Gates, baseado no atendimento que tivemos na ocasião e o preço relativo à outras marcas, JAMAIS COMPRARIA UMA INDIAN.

  18. Eu tenho uma Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom a 3 anos. Peguei zero e estou satisfeito, porém reconheço que a Harley-Davidson tem pontos fracos em relação as concorrentes.

    Em agosto do presente ano (2016) fiz uma visita a uma concessionária da Triumph em São Paulo com meu amigo Edgar que estava pesquisando para comprar uma Custom, e na ocasião tive a oportunidade de fazer um test driver na Thunderbird Commander. Pilotando a máquina notei de imediato que ela é bem mais macia que a minha, tem mais torque, a posição de pilotagem e o banco é bem mais confortável, as pedaleiras não raspam no asfalto com qualquer curvinha como acontece com a Harley além do que, devido a refrigeração líquida da Thunderbird, o calor nas pernas é muito menor indiscutivelmente. Olhando por outro lado, a Thunderbird usa e abusa das peças de plastico, assim como a Midnight Star, e isso, particularmente, não me agrada em uma moto dessa categoria. Após visitarmos a Auto Star, fomos na concessionaria da Indian na Av. dos Bandeirantes conhecer os produtos da marca. Conversando com o vendedor na ocasião, o Edgar informou que estava pesquisando os produtos e os preços para adquirir uma Custom. O papo com esse vendedor foi muito engraçado, o sujeito se concentrava mais em destacar os supostos “defeitos” dos produtos da concorrência do que destacar a qualidade dos produtos deles. Depois de uns 30 minutos ouvindo “conversa mole” do vendedor, que afirmava insistentemente que a Scout era o modelo superior em relação Fat Boy e a Thunderbird, e que Chief Classic era uma modelo muito acima desta (ficou evidente que o vendedor estava preocupado em “enquadrar” e “justificar” os preços dos modelos da Indian em relação a concorrência), conseguimos fazer um test driver na Chief Classic. Pilotando a Chief, notei que ela é muito macia (bem mais que a Thunderbird), posição de dirigir é ótima e o banco é bem confortável (a Thunderbird é um pouco melhor), porém esquenta as pernas tanto quanto minha Dyna e a Fat Boy que dirigi, as pedaleira raspam fácil no asfalto assim como a Dyna e a Fat Boy. Com relação ao acabamento a Chief é a melhor das três, pouquíssimo plastico (como eu gosto) e as linhas da moto como um todo é na minha opinião a mais harmoniosa, mas aqueles para-lamas não me agradaram. Vamos agora falar de um fator que pesa muito para nós brasileiros, o PREÇO. Quem já comprou uma Harley zero, sabe muito bem (assim como eu) que se tratando das Dyna (modelo Super Glide que não é mais oferecido pela marca) e Softail pra cima, o preço de tabela deles é só para “ingles ver”. Se você tem a grana a vista você consegue comprar uma Harley com um belíssimo desconto principalmente se você esperar janeiro e fevereiro quando eles queimam o estoque que não foi vendido no ano anterior. Uma Fat Boy 2016 Special já se compra por R$ 57,5 mil à vista hoje (Tabela: R$ 69,9 mil). A Thunderbird você compra por R$ 54 mil à vista (Tabela: R$ 64,5 mil). Agora a Indian Chief Classic está com um preço absurdo “no urtimo”, essa moto não vale R$ 79990,00 DE JEITO NENHUM, e se você quiser desconto para pagamento à vista os caras não dão, o que eles oferecem são acessórios incluídos no preço de tabela, mas desconto que é bom, abatimento, NADA (não sei se eles mudaram de postura com essa crise).

    De qualquer forma gosto é gosto e bolso é bolso, cada um tem o seu, porém, particularmente, mesmo que tivesse grana como um Bill Gates, baseado no atendimento que tivemos na ocasião e o preço relativo à outras marcas, além do fato que a Harley-Davidson nos seus 113 anos de existência NUNCA INTERROPEU suas operações, ou seja, a Harley-Davidson está produzindo motos ao longo de 113 anos ininterruptamente, ao contrário da Indian Motorcycles que já interrompeu suas atividades várias vezes AO LONGO DE SUA “história”, sendo que o intervalo mais longo sem produção se deu de 1953 até 1998, posteriormente encerrou novamente as atividades em 2003, retomando somente em 2011. Tudo isso a Indian Motorcycles classifica como “tradição” (talvez seja tradição em número de falências sofridas), JAMAIS COMPRARIA UMA INDIAN. Resumindo, entre uma tradição “à moda” Harley-Davidson e a tradição “à moda” Indian Motorcycles FICO COM A TRADIÇÃO HARLEY-DAVIDSON NA CABEÇA SEM DÚVIDA NENHUMA.

    Como recordar é viver, só para ilustrar o que escrevi acima, a política de preços da Indian me fez lembrar do lançamento da Amarok pela Volkswagen. A Volkswagen sem tradição da Ford e Toyota, lideres mundiais na produção de pick-ups Diesel a décadas, lançou a Amarok a um preço médio 18% mais caro que a Ranger da Ford e a Hylux da Toyota. O resultado dessa “ousadia” da Volkswagen se configurou em um verdadeiro fracasso de vendas no Brasil. A Amarok só não saiu do portfólio de produtos da Volkswagen oferecidos no mercado brasileiro porque a linha de produção dela está na Argentina. A Indian Motorcycles irá experimentar no Brasil o mesmo fracasso devido a uma política de preços completamente equivocada.

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