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Polícia identifica motoqueiro que andou a 400km/h na Anhanguera

A pessoa que faz isso quer plateia, quer aplausos. Infelizmente, a gente vive em uma sociedade onde muita gente incentiva esse tipo de comportamento. Um like no Facebook, um novo inscrito no YouTube, um comentário positivo é tudo o que a pessoa precisa para se sentir realizada e fazer isso mais vezes.

O mais engraçado é que esse tipo de peripécia geralmente funciona assim: quando o cara faz e nada acontece, está cheio de gente para comentar na internet que ele pilota muito. Quando dá uma merda, o cara é um cabaço.

Essas pessoas precisam botar na cabeça uma coisa: até o Valentino Rossi sofre acidente e cai da moto. Os melhores pilotos do mundo já sofreram acidentes. Vários morreram. Um boçal que faz isso na rua, está simplesmente brincando com a sorte, não importa a habilidade dele. E o pior: está colocando outras pessoas em risco.

Porque quem acha que em caso de acidente de moto só o motociclista se ferra, precisa ver o que acontece quando uma moto a 160km/h se choca contra um carro:

Você tem todo o direito de querer se matar ou de botar a sua vida em risco. Só não tem direito de fazer isso onde possa levar alguém junto com você.

Um comentário de um usuário postado nesse vídeo resume bem a situação:

Aqui o pessoal solta balão, empina pipa com linha de cerol, fura a fila, não paga a quem deve e anda de moto pedindo pra morrer. Daí quer exigir político honesto? Se liga, o país tá como está por causa disso.

Que história é essa da Harley comprando a Ducati?

Em resumo, a Harley NÃO comprou a Ducati como foi anunciado por aí em alguns sites “jornalísticos”. O que aconteceu foi simples: a Volkswagen, que atualmente enfrenta um processo bilionário, demonstrou interesse em colocar a Ducati a venda para angariar fundo, A Harley, por sua vez, foi uma das 5 empresas que demonstrou interesse em comprar.

A Royal Enfield, tradicional fabricante, aparentemente estava disposta a dar uma oferta melhor, mas a venda nunca foi adiante por causa de uma disputa com sindicatos e trabalhadores (até o momento nenhum deles fez comentário sobre o motivo). Até o momento, as negociações estão paradas.

Porque a Harley quer comprar a Ducati? Ela não vendeu a MV Augusta e a Buell justamente para focar apenas na sua marca?

Sim. Mas existe uma grande diferença entre outras marcas de moto e a Ducati. Lembram do artigo “Não gostou da linha 2018 da Harley? Então ela provavelmente não é para você“? Nele discutimos as estratégias da Harley-Davidson, de focar no público jovem já que o boa parte dos seus consumidores estão envelhecendo. Nesse cenário, a compra da Ducati faria muito sentido.

Sim, são motos de estilos bem diferentes, mas a paixão por elas é muito parecida. Os fãs de Ducati são chamados de “Ducatistas”, usam jaquetas com o brasão da empresa, bonés, camisetas, chaveiros e discutem apaixonadamente cada novo lançamento da marca.

Lembra o público da Harley, não?

A Ducati é uma marca que não vende apenas motos, vende lifestyle. E por possuir um apelo maior entre um público mais jovem, especialmente o urbano, é uma compra interessante para a Harley conseguir aumentar sua fatia do mercado.

Seria altamente improvável que as marcas fossem fundidas ou tivessem produtos unificados como foi dito por aí. Não faria o menor sentido. O que muitos parecem não entender nessa história é que há uma grande diferença entre a marca Harley-Davidson e a corporação de mesmo nome.

A primeira cria motos, a segunda, negócios. E a Ducati poderia ser um bom negócio.

E a Harley matou a VROD

Enquantos alguns ainda não superaram o fim da linha Dyna, outros estão de luto pelo anúncio do fim da produção da polêmica linha V-ROD.

Não chega a ser uma grande surpresa, já que o boato circula desde outubro de 2016. Mas o fato é que esse assunto passou despercebido em meio ao lançamento da linha New Softail (eu vou continuar chamando assim, podem reclamar à vontade).

Apesar de ter um motor moderno e uma pegada que atraiu muita gente que torcia o nariz para a Harley, a verdade é que a VROD foi um sucesso de vendas apenas na America Latina. No auge, modelos que custavam R$60 mil chegavam perto dos R$90 mil por conta do ágio causado pela grande procura nas terras tupiniquins. Já em outros mercados, ela apenas engatinhava.

De qualquer forma, ela conseguiu ficar em linha por 16 anos seguidos, o que prova que ela nunca foi o fracasso que alguns insistem em alegar. Ele simplesmente era um modelo que se distanciava demais do que o público fiel da marca gostava, ganhando até a alcunha de “A Harley que não é Harley”.

É o fim do motor Revolution, criado em parceria com a Porsche e inspirado na extinta Superbike da Harley-Davidson. Com isso, morre qualquer esperança de que ele pudesse ser colocado em algum outro modelo, como uma Touring Revolution como muitos cogitavam.

R.I.P. VROD. Eu sempre simpatizei com você.

Espaço do Leitor: Indian x Harley

O Clóvis escreveu:

Gostaria que fosse discutido a observação do Luiz, ontem:

“Luiz 24 DE AGOSTO DE 2017 ÀS 8:43 AM
Uma coisa que chama a atenção é que na contramão desta tendência está a Indian: …”

Fiquei intrigado com o que ele colocou, pois vai contra muita coisa que se fala sobre essa nova geração. Que existem mudanças de hábitos, isso ocorre desde que o primeiro ser humano pisou no globo. É do negócio. Mas a história não acaba.
(…)
No mais, certa vez nos foruns HD da gringa, neguim abriu um post pra comentar que fazia tempo que não via alguém com Low Rider zero…. Vez ou outra uma ou Street Bob… mas muito pouco. Aí comecei a observar e o que se via era comércio de usadas.
Ou seja, a Dyna já tava em queda há tempos.
(…)

Então a HD tinha dois problemas sérios dentro de casa : quadro da Dyna e motor.
E fora dela, a Indian tirando pedaços do fígado. Algo tinha que ser feito. E foi feito.

Curiosamente, isso também não saiu da minha cabeça enquanto escrevia o artigo de ontem. A Indian herdou um grande know-how em tecnologia da Victory, mas mesmo assim foi na contramão da tendência apostando no visual clássico.

Isso me parece apenas uma questão de estratégia de conquista de mercado. A Harley é uma empresa muito maior que a Indian, com mais da metade do mercado americano e com um nome reconhecido até por quem não anda de moto. Já a Indian é uma recém chegada, que está tentando abocanhar parte desse mercado e reerguer o seu nome lendário.

Desde que a Indian ressurgiu, o foco dela são os motociclistas mais tradicionais. É só ver a campanha de marketing atacando os guerreiros de final de semana, se posicionando como a moto para “motoqueiros de verdade”. A intenção dela é realmente pegar os baby-boomers e a geração que os seguiram usando o manto da tradição. E eles tem experiência prêvia no assunto, já que vender motos modernas (leia-se Victory) foi uma estratégia da sua empresa mãe (Polaris) que não deu o resultado que eles esperavam.

A Polaris, fabricante da Indian, fechou as portas da Victory este ano. As motos eram uma versão moderna das cruisers com motor V2.

E isso faz muito sentido. Para a Harley continuar sendo gigante, ela precisa aumentar o tamanho do bolo do mercado, trazendo mais pessoas. Só que para a Indian crescer, ela só precisa pegar uma fatia maior do bolo que já existe. E mesmo que esse bolo esteja encolhendo por causa dos millennials, ainda é um mercado muito lucrativo para se explorar nos dias de hoje.

Se isso é uma estratégia sustentável ou não, aí é outra história. A Harley acredita que não, por isso está focando nas mudanças. A Indian acredita que sim, por isso o foco na tradição. Mesmo assim, nada impede que um dia a Indian se veja diante do mesmo problema e mude a estratégia.

O que me incomoda na opção que a Harley está seguindo é o fato de que ambos os mundos podem conviver. A Triumph se reinventou e é um bom exemplo: hoje vende esportivas, vende big-trails e, mesmo assim, ainda possui um enorme carisma e boas vendas nas suas clássicas Bonnevilles, chegando até a lançar um novo modelo Bobber. E você não vê ninguém reclamando que a mesma fabricante da Bonnie faz a Speed Triple.

Quem está certo? Só o tempo dirá.

Não gostou da linha 2018Harley? Então provavelmente ela não é para você

A Internet parece ter sido quase unânime em seu veredito: a nova linha 2018 não agradou. Para muitos, o motor Milwaukee 8 tem mais a ver com as japonesas e com a Victory, do que com os amados V-2 a ar. Para outros, as mudanças de chassi e dirigibilidade só seriam interessantes se a Harley-Davidson tivesse mantido o seu visual clássico.

Infelizmente, essas motos não foram feitas para os tradicionais fãs da marca: elas são, mais uma vez, uma tentativa de atrair novos fãs.

Você já ouviu o velho argumento de que os baby-boomers são o maior público da marca, que eles estão envelhecendo e deixando de andar e por isso a Harley-Davidson precisa atrair os mais jovens, além das mulheres e algumas minorias (nos EUA) que nunca foram o foco da empresa.

Isso é algo tão importante para a estratégia da Harley-Davidson que se tornou a principal meta da empresa para os próximos 10 anos.

Recentemente, o jornalista Tite fez um comentário bem pertinente sobre esse assunto. Ele escreve em seu post sobre a nova BMW 310R:

No ano passado levei minha filha mais velha (30 anos) para um evento de motociclistas. Comentário dela: “pai, mas só tem velho!”. Eu incluso, claro. Ela só externou outra coisa que a indústria de moto, especialmente as marcas BMW e Harley-Davidson já perceberam: essas marcas seculares atraem pessoas igualmente seculares. Por isso a HD correu para lançar uma 500cc e a BMW investiu um caminhão de Euros para criar e lançar esta 310: estão de olho no público jovem, porque além de fidelizar a marca desde cedo os jovens vivem mais.

No entanto, o que pouca gente sabe, é que as empresas estão tendo um enorme problema para atrair os mais jovens em vários segmentos.  Há uma mudança de comportamento grande acontecendo, impulsionada pela falta de perspectiva das novas gerações e por algumas ideologias.

O motociclismo, por exemplo, é algo que os millennials demonstram pouquíssimo interesse. A imagem do rebelde libertário em sua moto se tornou… careta. Os ideais de possuir uma casa, um belo carro ou moto na garagem da geração anterior não fazem parte do repertório deles, que preferem a economia compartilhada e uma vida de poucas possessões materiais que os prendam em um lugar. Essa é uma geração que privilegia experiências e atitudes pessoais como símbolo de status.

Além disso, por muitos e muitos anos a Harley teve uma atitude que essa nova geração não aceita. Você conseguiria imaginar a Harley colocando hoje em dia um anúncio que mostra um motoqueiro já com certa idade dizendo “Eu nunca deixo a minha esposa dirigir. Pelo menos até ela completar 18 anos” sem causar uma revolta nas redes sociais?

Ou este aqui?

Alguns marketeiros também chamam atenção para o fenômeno da “ostentação invisível”, algo que afeta tanto os millenials quanto os membros da nova classe média alta. Cientes da desigualdade social, essas pessoas tendem a não mostrar seu sucesso ou riqueza com bens, optando por gastar em coisas não tão tangíveis e vísiveis, como a escolha da escola dos filhos, o lugar onde moram, os alimentos que compram e os destinos de suas viagens.

Ou seja: marcas como a Harley-Davidson estão enfrentando um duplo desafio. Eles precisam renovar sua base de fãs, mas estão fazendo isso justamente com uma geração que não dá a mínima para o que eles fazem. Isso é uma perigosa combinação, já que a marca pode alienar os atuais fãs e não conseguir o resultado que espera com os mais jovens.

Na minha humilde opinião, o que a marca precisava era reinventar o motociclismo em si, deixando ele atraente para os mais novos. Algo que ela já fez muito bem quando oficializou o H.O.G. nos anos 80 e passou a tratar seus produtos como “uma máquina de fazer amigos”.

Do contrário, ela pode acabar sozinha.

A Dyna se foi, a Softail meio que se foi – novidades Harley 2018

Eu tive uma Dyna. Apesar de um problema elétrico crônico que nunca foi encontrado, eu adorava aquela moto. Ainda gosto, se pudesse ela estaria na minha garagem até hoje. Não era nenhuma FXR, mas era o mais perto que eu ia chegar.

Por isso que eu fico um pouco triste de dar essa notícia para vocês. Sim, a Dyna saiu de linha. Aliás, a Softail saiu de linha, porque o que a Harley lançou hoje é algo bem diferente. Os modelos das duas linhas foram unificados no que podemos apelidar de “New” Softail, um novo frame que abandona os amortecedores laterais da Dyna e os que ficavam sob o quadro da Softail.

O novo frame é mais moderno, mais rígido e com menos soldas para deixar as motos mais estáveis e com melhor dirigibilidade, algo que os consumidores estão pedido há tempos nos EUA. O novo amortecedor vai ficar escondido debaixo do banco em uma posição que deve ajudar ainda mais na rigidez do conjunto. O motor também não vai usar nenhum coxim, sendo fixado diretamente no quadro como nas antigas Softails, mais um item que aumenta a rigidez do conjunto.

(Só quero ver agora como o pessoal vai rebaixar as motos. E aguardo descobrir se esse novo amortecedor vai dar conta das ruas do Brasil.)

O lado bom é que o visual conseguiu ficar ainda mais limpo e mais semelhante com uma moto rabo duro, que era justamente a ideia por detrás do quadro da Softail: fingir que era algo old school quando na verdade não era, uma coisa que a Harley gasta rios de dinheiro para fazer (e faz bem).

As motos chegaram a perder até 13kg, o que é algo QUE O MARKETING NEM DEVERIA MENCIONAR! Sério Srs e Sras executivos da Harley-Davison: olha quanto Harleyro barrigudo tem por aí nos EUA e pelo mundo (tô me incluindo nessa). Olha os acessórios de metal fundido, pedaleira plataforma de dois quilos e os escapes maiores que um Cadillac que a galera põe nas motos. Ninguém liga pro peso. Talvez 2% do seu público alvo esteja preocupado com peso, e são provavelmente os mesmos que vão vender a HD pra comprar uma cafe racer.

Falando sério, isso é bom. Economia de peso ajuda na frenagem, ajuda no desempenho, na economia e na hora de manobrar. É pouco peso que elas perderam, mas é um começo, especialmente quando se percebe que essa é a primeira vez que a Harley menciona o assunto.

Com o novo frame, as motos também melhoram nas curvas (que, depois da redução de peso, é outra coisa que a Harley nunca se importou muito). Nas curvas, a Softail Slim foi de 24.9º de inclinação na esquerda e 24 de inclinação na direita para to 27.4º em ambos os lados. É uma bela mudança e que acaba com aquele sensação horrível de que você faz curva melhor de um lado do que para o outro (o que não deixa de ser verdade, mas a sensação piora quando a moto é assimétrica nesse quesito). Já a Fat Bob continua assimétrica, mas ganhou um pouco mais de cada lado: 32º na esquerda e 31º na direita.

Uma das coisas que ajudou nisso foi a mudança de lugar da primária, que foi levemente deslocada para cima e em ângulo para não raspar tão cedo. Curiosamente, esse é o tipo de customização que era feita pelo pessoal das antigas que transformava as Harleys em bobbers para correr mais.

E antes que alguém saia com ideias por aí, o ângulo de inclinação de uma R1 é de 47º mais ou menos. A Harley ainda vai continuar fazendo curva quadrada, a menos que você seja esse cara aqui:

Todas as motos possuem suspensão regulável na traseira, com um acesso muito mais fácil por debaixo do banco. A suspensão dianteira melhorou também e os pilotos de teste das revistas gringas que tiveram acesso antecipado ao lançamento falaram muito bem da performance geral das novas motos.

E já não era sem tempo: os novos motores Milwaukee-Eight (M8) mereciam um conjunto melhor para botar toda a potência no chão. Aliás, sim… Esse é o motor que vai estar em toda a linha “new Softail” (sim, eu tô inventando esse termo). Digam adeus ao Twin Cam.

Todas as motos agora contam com ignição sem chave, que agora só vai ser usada apenas para a trava de guidão. Outras firulas foram incorporadas nas motos, e aí que entra a má notícia:

Todas… as.. motos… estão… mais… caras. Algumas um pouco, outras consideravelmente.

Com o dólar no preço que está, e com a economia engatinhando, não quero nem saber por quanto essas motos vão chegar por aqui. Deixo isso para o Wolfmann que faz previsões e análises sobre o tema melhor do que ninguém. Eu vou ter que vender meu rim pra comprar uma moto nova algum dia pelo visto. Ou rodar bolsa como dizia a minha avó (dizia, e não fazia engraçadinho).

Em resumo: uma bela mudança, que certamente deixou as motos muito mais prazeirosas de dirigir. O visual é questão de gosto, alguns vão amar e outros odiar modelos como a Fat Bob. Eu confesso que me interessei, é aguardar e ver como elas chegarão por aqui.

(PS: Ei, Harley… Vocês podiam parar de fingir que eu não existo e deixar uma dessas pra eu testar! Fica a dica… A galera aqui ia gostar. E garanto que eu ia fazer umas fotos bem mais legais do que essas revistas de consultório de dentista onde vocês divulgam os releases. #paz #ficaadica)

Street Bob 2018
Fat Bob 2018
Low Rider 2018

Se você tiver paciência, e souber inglês, veja a Live da Harley no YouTube com todos os lançamentos:

Sim, eu estou vivo

Obrigado pelas mensagens e pelos comentários. Estou vivo sim galera, mas afastados das motos por causa de uma Tendinite Patelar (quer dizer, afastado da Harley, na Crypton dá para brincar ainda).

Já são seis meses sem andar de moto, pegar estrada, o que acaba influenciando no Old Dog Cycles pois percebi que 99% das minhas ideias pro blog surgem quando ando de moto. Bateria arriada, moto cheia de poeira e precisando de uma revisão e de uma geral tanto quanto este site aqui.

Então já que a estrada não me dá inspiração, deixo a bola com vocês: que artigo vocês querem ver aqui? Não prometo que vou escrever todos, mas prometo que vou tentar!

Grande abraço.

#somostodosmarcio

No post anterior, eu cobri o nome do autor por acreditar que era uma brincadeira. E realmente era!

Mas, mesmo depois do grupo onde ele postou essa mensagem ter explicado que era uma tiração de sarro, continuam perseguindo o autor e replicando os prints incluindo o nome completo dele em diversos grupos de whatsapp e foruns. Até para o trabalho dele enviaram.

Humor é algo muito complicado. Nem todo mundo vai gostar das suas piadas, ou vai entender que é uma piada, ainda mais quando é tirada de contexto como neste caso.

Se foi de mau gosto ou não, ninguém merece ser perseguido na vida pessoal. Por isso vou deixar minha contribuição para a campanha:

#somostodosmarcio