Todos os posts de Bayer

Que tal convencer seus amigos a abrirem a porta do carro com a mão direita?

Cartum da bikeyface.com

A essa altura você deve estar se perguntando: que diabos de post é esse? Mas é algo que eu descobri recentemente conversando com alguns ciclistas e que, segundo a Quatro Rodas, acaba de se tornar algo que é ensinado desde a auto-escola na Holanda.

A ideia é que, quando se abre a porta do carro com a mão direita, isso força o corpo a se virar, facilitando enxergar se está vindo algum ciclista ou motoqueiro. Eu, particularmente, acho mais efetivo olhar primeiro no retrovisor antes de abrir a porta. No entanto, muitos motoristas tem o péssimo hábito de não ajustarem seus retrovisores corretamente, ou de calcularem mal a distância de um objeto nele, nesse caso o melhor é se virar para trás e olhar mesmo.

Então, da próxima vez que você estiver no banco do passageiro de um carro, que tal dar essa dica para o motorista? De repente, é a nossa própria pele que esse conselho pode salvar.

CHiPs no cinema em 2017 (mas talvez não como você imagina)

Os estúdios de Hollywood continuam mandando ver nos reboots, remakes ou continuações. E, neste ano, quem irá ganhar um remake nos cinemas é o clássico seriado CHiPs, que fez parte da infância e juventude de muitos leitores aqui do Old Dog Cycles.

Para quem não conhece, a série mostrava o dia a dia e as aventuras de dois policiais da California Highway Patrol. Era uma série leve, com uma pitada de humor, que seguia sempre a mesma fórmula. Ela foi um sucesso e teve fôlego para ficar no ar por 6 temporadas, de 1977 a 1983, com 139 episódios produzidos.

Aliás, uma curiosidade: apesar de muita gente lembrar das Harleys da patrulha rodoviária americana, no seriado elas já haviam sido substituídas pelas mais modernas Kawasakis, especificamente pela KZ900 e KZ1000. Mas pode perguntar para seus amigos no bar que muitos vão jurar que eles andavam de Harley. Eu, pelo menos, já ganhei algumas cervejas assim…

A volta de CHiPs aos cinemas parece ter fugido um pouco da fórmula “leve drama” e resolveu puxar um pouco demais para o lado da comédia.

O trailer, lançado esta semana, mostra o que esperar do remake:

Vale lembrar que essa mesma estratégia foi feita recentemente com o remake do seriado Anjos da Lei, que ficou divertido justamente pois soube tirar sarro de si mesmo e do material de origem. Mas esse filme parece mais uma comédia rasa, daquelas onde todas as “piadas” já estão no trailer.

Certamente vou assistir para ver as cenas de moto, mas com a expectativa lá embaixo. O filme tem previsão de estreia para 23 de março de 2017 no Brasil.

E vocês, o que acharam?

Cadê os posts de 2017?

Calma. Lembra daquela história de que o Brasil só funciona depois do Carnaval? Meu cérebro parece ter levado essa máxima à sério e está esperando o feriado para voltar a funcionar.

Eu não sei quanto a vocês, mas a minha ressaca de ano novo ainda está perdurando.

Sem falar que anda bem difícil criar coragem de sair de casa nesse calor. Quando saio pra almoçar lá pelo meio dia, sentar na moto (que nunca está na sombra) usando calça jeans grossa e ligar um V2 refrigerado a ar é algo que certamente está em algum livro de psicologia como sintoma de alguma doença mental.

Porque a gente faz isso? Não sei. Todo motoqueiro é um pouco masoquista. Vai ver que é por isso que alguns de nós até se vestem a caráter com roupas couro preto e cintas com tachinha pra tudo que é lado.

Sem falar na reação que acontece nos nossos países baixos assim que o motor chega na temperatura certa de funcionamento.

Por isso, meu amigo, um brinde pra você que saiu de moto nesse calor Senegalês (que um leitor já disse que é uma expressão besta, lá no Senegal nem faz esse calor). Andar de moto com 40º graus na sombra não é pra qualquer um, é preciso coragem.

Bom, coragem e um pouco de loucura. Mas é como dizem por aí: “Em toda família tem um doido. No caso da minha, sou eu mesmo que ando de moto.”

Feliz 2017!

Acidente grave entre moto e carro termina de maneira inesperada

Três pessoas ficaram feridas em um acidente no bairro Uberaba na tarde da última quinta-feira depois que o motorista de um Fiat Uno cometeu uma grave imprudência. Uma câmera flagrou o acontecido e foi publicado pelo site da Tribuna. O motorista e a passageira do carro sofreram ferimentos leves. Já o motociclista sofreu um traumatismo craniano leve.

É impressionante ver uma moto como a Vulcan 900, de quase 280kg, fazer um carro de mais de 900kg com dois passageiros dentro capotar.

Felizmente terminou bem, já que com a violência da batida o final poderia ter sido muito diferente.

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Fotos da Rede News.

E o ano que vem, como vai ser?

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O jornalista Geral “Tite” Simões escreveu artigo muito mais técnico e informativo do que o meu ensaio no post “Escrevendo sobre motos em tempos de crise“, que trata justamente da perspectiva do mercado de motos para o ano que vem:

Leia: O que esperar de 2017? @Motite

Dois pontos que me chamaram bastante a atenção no artigo: o primeiro é que o mercado de motos estagnou de tamanho, são 4 milhões de unidades comercializadas ao ano, entre novas e usadas, por dez anos consecutivos.

O segundo é o quanto o mercado de motocicletas novas encolheu depois daquela febre de dar crédito e se fazer carnê em um diversas parcelas. Hoje, desses 4 milhões, 30% são de motos novas, enquanto que 70% respondem pelo mercado de usadas cada vez mais aquecido (em 2012 essa divisão era 50/50).

Se você olhar nos classificados, é fácil ver como o preço das usadas muitas vezes cai para um patamar mais justo em pouco tempo. Some isso ao fato de que nos modelos mais “luxuosos” é fácil encontrar motos com baixíssima quilometragem, então não é preciso ser um especialista para entender onde as novas patinam.

No auge das vendas, muita gente tratou os consumidores como descartáveis, no famoso sistema “se você não quer, tem quem queira”. Marcas com modelos que possuíam fila de espera só pioravam isso, passando todo o poder para a mão dos revendedores que não se esforçavam em fazer um bom pós venda.

Hoje, muitos deles ainda não aprenderam a lição, enquanto outros estão bem espertos. Eu só espero que, assim que o mercado e a nossa economia finalmente melhorarem, os consumidores estejam mais exigentes e não caiam nessa.

Porque de moto cara e de país no enrosco, a gente já teve a nossa cota para uma vida inteira.

A história de um resgate canino

Não preciso nem dizer que o Logan, meu boxer que inspirou este blog, deixou um baita buraco em casa quando ele foi embora (quem viu a minha despedida neste post aqui sabe do que eu estou falando).

Por isso eu gostaria de contar a história de um resgate de uma frágil vira-lata, que eu sei que muitos de vocês vão gostar.

Há exatos 2 meses, o meu amigo Ale Zanetti e sua esposa encontraram uma filhotinha de vira lata abandonada dentro de uma caixa. Ela havia sido largada para morrer, passando ao menos dois dias debaixo de uma forte tempestade que assolou São Paulo, enquanto sofria a ação dos elementos, passando frio e fome sozinha na rua.

Para um filhote que não estava nem em idade para desmamar, isso deixou a vida dela por um fio.  Foi levada imediatamente para o Hospital Veterinário Granja Viana, em Carapicuíba, onde se constatou que ela estava com uma pneumonia grave, sarna sarcóptica e suspeita de cinomose.

Essa era ela nos primeiros dias de internação:

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Por mais de uma semana ela passou sob os cuidados do Ale e de sua esposa, que a visitavam todos os dias. O pessoal da clínica basicamente a adotou e fizeram de tudo para salva-la.

Ela foi se recuperando lentamente, muito frágil e sempre correndo alguns riscos. A pneumonia se recusava a ir embora, mas ao menos a cinomose foi descartada.

Mesmo depois de ter alta ela ainda teria que ter uma série de cuidados, como ser manipulada com luvas cirúrgicas (a sarna sarcóptica é transmitida para humanos e o caso dela era bem grave), tomar antibióticos religiosamente e ser monitorada de perto.

Ou seja: um grande esforço para salvar a vida dela, que poderia ter sido facilmente evitado se um babaca não a tivesse largada à sua própria sorte.

E porque eu estou contando tudo isso? Em primeiro lugar, para tentar conscientizar as pessoas que abandonar um cachorro não é legal. Muitos pensam que eles se viram bem sozinho nas ruas, mas isso é um mito, como o relato aí em cima comprova.

Mas principalmente para mostrar que nem sempre o mal vence nesse mundo tão difícil onde vivemos. Afinal, mesmo com isso tudo contra a pequena vira-lata, essa é uma foto dela depois muito cuidado e carinho, no dia que completou dois meses de vida:

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Parece outro cachorro, não? Dos parcos 2,1kg ao sair do hospital, ela pulou para 8kg e aparenta que vai se tornar um cão relativamente grande. Está extremamente saudável, correndo e brincando como se nada tivesse acontecido. Não dá pra estimar a origem, mas parece ser a cruza de um vira lata com algum parente próximo do PitBull.

E como eu sei de tudo isso? Porque felizmente a Mel, como ela foi chamada pela minha filhinha, é a nova mascote aqui do Old Dog Cycles e se recuperou na minha casa.

Esse é ela nos primeiros dias, ainda com muita sarna, investigando seu novo território:

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E também fazendo novos amigos, enquanto ainda tinha que ficar isolada:

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Sem falar na valente CUB comprando ração, na tentativa de fazer uma surpresa pra minha família e deixar tudo pronto sem precisar pegar o carro da esposa:

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Em breve a Mel vai completar seu calendário de vacinações, que teve que ser adiado por causa da baixíssima imunidade, e vai poder passear feliz por aí. Se algum dia você se encontrar com a gente, lembre-se do tanto que essa pequena precisou sofrer só porque alguém decidiu que não queria mais um filhote.

Se isso não servir de lição para os babacas que fazem isso, que pelo menos sirva de inspiração para quem gosta de cães.

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Só tenho a agradecer

Eu já tinha falado como eu aprecio os leitores aqui do Old Dog Cycles no post “10.000 comentários!“, mas eu quero fazer isso mais uma vez.

Li com atenção todos os comentários que vocês deixaram no post “Escrevendo sobre motos em tempos de crise” e vocês abriram meus olhos. Fico feliz de saber que vocês se sentem assim e isso deu uma nova perspectiva. Nunca tinha pensado que falar sobre o assunto podia ser motivador, mesmo para quem deixou a sua de lado.

Se não postei esses dias foi apenas uma grande coincidência. Estou terminando de me recuperar de uma bela infecção que me derrubou, ainda tenho alguns bons dias pela frente de molho.

Grande abraço,
Bayer

Escrevendo sobre motos em tempos de crise

Foto que ilustra o post: Marcio Vital do BHRiders.

Este foi o ano mais difícil para se escrever aqui no Old Dog Cycles. Em parte por causa da enorme encolhida que o mercado de motos sofreu aqui no Brasil, consequentemente diminuindo o número de matérias e opiniões a serem escritas sobre novos modelos, lançamentos e tendências.

Mas eu estaria mentindo se dissesse que foi apenas por causa disso. A verdade é que eu ando me sentindo culpado.

Eu não preciso recapitular o caos que estamos vivendo atualmente, tanto na política quanto na economia. Para alguns, é algo que começou agora, mas para outros é um movimento que se anunciava já alguns anos. Mas não importa no que você acredita, todos estamos passando por esse tsunami que começou como uma marola.

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Este ano eu vi muitos amigos perderem o emprego. O local onde eu trabalho cortou 1/3 do pessoal e você fica olhando e pensando quando você será o próximo. Minha esposa saiu de uma função que ela exercia há mais de 12 anos, junto com 20% dos seus colegas.

A atual situação fez com que alguns conhecidos optassem por vender a moto, especialmente aqueles que a utilizavam apenas para o lazer. Outros estão se apegando aos seus modelos mais antigos, mesmo já sentindo a necessidade ou vontade de troca-los. E muitos simplesmente desistiram de entrar para este mundo, deixando o sonho de comprar a primeira moto para depois.

Eu mesmo coloquei a Harley de canto, aproveitando o baixíssimo custo de se manter a Yamaha Crypton. Não é uma moto que eu tenha carinho ou apreço, mas ela me leva de A até B gastando quase nada e com muita agilidade. Por isso eu me vejo pegando a pequena CUB para sair de casa praticamente 99% das vezes. Não é uma pilotagem que me dá prazer, mas resolve meu dia.

É claro que algumas pessoas passam ilesas por esse tipo de coisa, mas elas são uma minoria de sorte, que possuem independência financeira ou estão em setores que se beneficiam com esse tipo de crise.

Não julgue um livro pela moto

Mas quando eu paro para pensar nas pessoas deixando suas motos em suas garagens e se preocupando em garantir o seu próprio sustento ou de sua família, eu sinto um enorme bloqueio de escritor. Por mais que eu goste de motos, tenho achado difícil falar delas vendo tanta gente boa apanhando para ganhar a vida por aí. Me sinto fútil.

Eu sei que as coisas estão melhores do que elas eram na minha infância. Me lembro de ter que ir com minha família fazer as compras para podermos encher vários carrinhos de uma vez. Se não fizéssemos isso, no dia seguinte o salário lá de casa estaria valendo muito menos por causa da superinflação. Me lembro dos remarcadores nas lojas aumentando o preço dos produtos várias vezes ao dia e de termos que cortar os zeros do dinheiro de tempos em tempos. Lembro de gente que vendia um carro pra comprar um telefone para conseguir abrir um pequeno negócio. Lembro dos índices de analfabetismo serem anunciados no Jornal Nacional tão corriqueiramente como hoje anunciamos a cotação do dólar.

Só que isso não me conforta, porque a gente poderia estar infinitamente melhor hoje em dia. Nós brasileiros já passamos por diversas crises, mas 2015 e 2016 parecem ter atrelado uma crise financeira e política com uma crise moral. Talvez sejam as redes sociais, talvez seja o efeito colateral de anos e anos de certas imposições culturais, mas a verdade é que estamos vivendo uma enorme polarização de opiniões onde eu vejo muito pouco resultado benéfico e prático saindo delas.

Dentro desse contexto, escrever sobre motos me trava. Eu gostaria de ter força e alcance para aproveitar esse momento e incentivar as pessoas a ficarem felizes com o que elas possuem. Gostaria de ter imaginação suficiente para ajudar as pessoas a criarem um movimento como o dos Hot Rods e Cafe Racers, onde jovens sem dinheiro usavam sua criatividade para construírem seus carros e motos dos sonhos. Gostaria de ter mais tempo para pegar minha câmera e sair por aí fotografando e escrevendo sobre exemplos de pessoas que fizeram isso por aí.

Enfim, gostaria de ajudar a trazer a inspiração que eu acho que todo mundo anda precisando. Sim, motos são itens secundários quando se trata das prioridades da vida, mas são ao mesmo tempo o canal por onde muita gente se realiza e se encontra. Minha grande vontade para sair desse bloqueio é achar uma forma de transforma-las em algo inspirador e ao alcance de todos nesse momento.

Por isso, se você estava esperando uma grande conclusão ou epifania para este texto, sinto desapontá-lo. Eu não sei como trazer essa inspiração ou começar um novo movimento.

Mas a minha grande esperança é que, talvez, você saiba.

Indian Chief Springfield chega ao Brasil

Este ano anda bem fraco. Muita gente esperneou e não via a hora de 2015 acabar, mas quando 2016 se mostrou ser, na verdade, um 2015s, a galera surtou ainda mais.

Crédito anda em baixa, desemprego em alta, situação política parece um seriado de TV, polarização entre esquerda e direita, cães e gatos vivendo juntos, enfim, um caos.

Honestamente, achei que não ia ter muito o que postar até o final do ano com essa retração absurda no mercado de motos. Mas aí veio a Indian e bateu com o seu ZAP na testa. (Um zap bem caro, mas um ZAP).

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Não é segredo nenhum que a Indian está comendo pelas beiradas no mercado de motos de luxo aqui no Brasil, chegando ao ponto de começar a incomodar marcas estabelecidas. E isso deve aumentar com a chegada da Indian Chief Springfield, com um preço menor que a importada pois será produzida aqui no Brasil em regime CKD (Completely Knock-Down), aquele sistema onde a moto vem completamente desmontada e é montada em Manaus pra ganhar incentivos fiscais por ter gerado alguns empregos.

O nome da moto vem da cidade natal da Indian, Springfied no estado de Massachussets, o berço da primeira indústria de motos fabricada em série nos EUA.

O motor é o mesmo Thunder Stroke V-2 de 1.811 cm³ da Chieftain, Roadmaster, Chief Classic e Chief Vintage com câmbio de seis marchas.

Segundo a marca a Springfield possui chassi em alumínio forjado, sistema de acelerador fly by wire, cruise control e transmissão final por correia. A moto vem com ABS e dois discos ventilados e flutuantes de 300 mm na dianteira, e um disco único na traseira. Os flexíveis são do tipo “aeroquip”, reforçados com malha de aço, evitando aquela sensação de freio borrachudo das motos com cabos longos.

Claro que a notícia ruim ficou pro final: o preço. A versão Thunder Black sairá por R$91.990 enquanto que a Steel Gray & Burgundy Metallic custará R$94.990.

Fazendo a conversão, isso equivale a 28 mil dólares para a versão mais cara. Para efeito de comparação, o mesmo modelo sai por 22 mil dólares lá fora, o que equivale a 74 mil reais na cotação de hoje.

Uma moto interessante para muitos, mas para o bolso de poucos.

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Todas as fotos divulgação Indian Motorcycle.

Cuidado com os caminhões

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O cara desse gif nasceu de novo.

Roda aberta é um perigo, sempre tome cuidado ao ultrapassar um caminhão.

Lembre-se que , Por mais seguro que pareça, muitos caminhões carregam cordas que podem enroscar em você. Além disso, o vento deslocado por um deles pode te jogar na direção de outro caminhão. Já teve gente que perdeu a vida porque encostou o em uma roda dessas e foi “sugado”.

Na teoria, são os veículos grandes que precisam cuidar dos pequenos. Na prática, é melhor lembrar sempre que somos o elo mais fraco e ficar longe do perigo.

Se vocês duvidam de mim, e tiverem estômago pra isso, digitem “acidente roda caminhão moto” no Google com o SafeSearch em off.

Boas estradas!