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O nada discreto marketing da Indian

A propaganda no Brasil tem uma peculiaridade: quando um anunciante critica o produto da concorrência, seja tirando sarro ou fazendo uma comparação direta (mesmo que honesta), a maioria dos consumidores tendem a simpatizar com o produto do concorrente, um verdadeiro tiro pela culatra.

Existem várias teorias sobre porque isso acontece, sendo a mais recorrente a que alega que, no Brasil, a maioria da população tende a torcer pelo mais fraco e ver pessoas de sucesso ou em posições de liderança com desconfiança.

No entanto, esse tipo de comparação é comum nos EUA, com marcas famosas como a Coca-Cola e a Pepsi alterando “tirações de sarro” uma com a outra com certa frequência. A própria Indian fez uma campanha inteira se comparando com a Harley:

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Anuncio Indian

Continuando com essa tradição, o novo vídeo do canal da Indian no YouTube foi direto ao ponto, comparando a nova Scout com a Harley-Davidson Superlow. Não dá pra deixar de notar um certo desdém do apresentador pela Low:

E vocês, qual vocês preferem?

(Quase) tudo o que você queria saber sobre o novo motor da Harley

A revista Cycle World resumiu como poucos o efeito que os motores da Harley-Davidson causam nas pessoas: “Se alguma vez um motor inspirou fervor religioso, é esse.”

E, alguns dias atrás, a Harley lançou a 9ª geração do seu Big Twin, batizado de Milwaukee-Eight em homenagem à terra natal da HD e as 8 válvulas desse novo motor.

Sinceramente não gostaria de estar no lugar do time responsável por esse lançamento. Cada mudança em um novo motor da Harley é examinada e criticada à exaustão. Avanços tecnológicos são visto como heresia por alguns, enquanto outros alegam que, mesmo o motor mais moderno da Harley, ainda assim é obsoleto comparado com os da concorrência.

Quer um exemplo? O novo motor possui um eixo contra balanceiro, prática comum nos motores que não são montados em coxins de borracha. Esse sistema que nada mais é do que um peso que se move no sentido contrário do motor para suavizar as vibrações.

Mas o novo eixo contra balanceiro desse motor é tão bom, que em pesquisas com clientes muitos reclamaram da falta de vibração dele, dizendo que “não parecia uma Harley”. Então os engenheiros voltaram pra prancheta e fizeram com que ele eliminasse “apenas” 75% da vibração do motor.

Quanto às novidades, é difícil explicar detalhes técnicos sem ficar chato ou parecer com um release da marca, mas vou tentar explicar as maiores mudanças.

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Mais potência, menor aquecimento.

As 4 válvulas por cilindro, o novo sistema de escape e de refrigeração são as principais melhorias desse motor. Agora ele consegue desenvolver mais potência sem superaquecer, o que era um enorme desafio para um motor que estava ficando cada vez maior, mas que ainda assim dependia principalmente da refrigeração a ar.

Motores ainda maiores

Com 107ci (1.750cc), o Milwaukee-Eight irá substituir os Big Twins de todas as motos da linha Touring, incluindo uma edição CVO da Limited e Street Glide com a enorme capacidade de 114ci (1.870cc).

Alguns acreditam que esses motores irão aparecer na linha Softail, e uma notícia particularmente estranha diz que ele irá manter os coxins de borracha.

Para quem não sabe, a principal diferença entre os motores da linha Touring/Dyna para os da Softail é justamente a fixação do motor no quadro: as Touring/Dynas usam coxins de borracha para reduzir a vibração, enquanto as Softail usam o contra balanceiro (o que cobra seu preço reduzindo levemente a potência desses motores). Agora, poderemos ter um motor usando ambos os sistemas na Softail. Será?

Sistema de refrigeração mais eficiente

Já faz tempo que a Harley está tentando manter a aparência de motor refrigerado a ar, usando sistemas que considero muito mais complicados do que o velho (e feio) radiador. Mas no novo motor, eles levaram isso um passo além, aperfeiçoando o sistema de refrigeração escondido no cabeçote para reduzir ainda mais a temperatura do motor.

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Mais silencioso

Não sei como dizer que isso é um aperfeiçoamento em um motor da Harley, mas eles mesmos estão se vangloriando disso.

O novo motor diminuiu o barulho mecânico trocando algumas hastes por uma única corrente com tensionadores hidráulicos. Menos partes móveis, menos atrito e barulho. O motor realmente tem um som diferente, diminuindo um pouco daquela sensação de motor de máquina de costura quando se usa o escape original.

Segundo a Harley, eles “mataram o barulho pra continuar com a música”.

E vocês, o que acharam dessa novidade?

A Harley-Davidson pode mudar de dono (outra vez)

Existe uma forte especulação no mercado financeiro de que o grupo investimentos privado chamado Kohlberg Kravis Roberts & Co., estaria tentando um aquisição hostil da Harley-Davidson, oferecendo até US$ 65 por ação da fabricante de Milwaukee, mais de 20% acima do valor de mercado.

Contactada, a Kohlberg Kravis Roberts & Co. não confirmou ou negou a estratégia de aquisição. A empresa já virou notícia quando sua aquisição de $25 bilhões de dólares da RJR Nabisco inspirou o livro “Os Bárbaros ao Portão”. Nos últimos anos, a KKR&Co. adquiriu dezenas de outras companhias.

O boato já está sendo debatido em diversos meios de comunicação e nas redes sociais. Caso concretizado, essa será a terceira vez que a marca muda de mãos. A primeira mudança foi quando a AMF, fabricante de artigos esportivos, comprou a marca para especular. Sob as mãos da AMF a Harley teve um dos seus momentos mais inglórios, com drástica redução de custos, controle de qualidade comprometido, sabotagem na linha de produção causadas pelos próprios operários insatisfeitos e uma linha de produtos que chegavam a incluir snowmobiles, carrinhos de golfe e motos de baixa cilindrada.

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Já a segunda mudança foi quando o fracasso da AMF fez com que um grupo de descendentes dos fundadores se juntassem para comprar a marca de volta, entre eles o notório Willie G. Davidson, um dos principais responsáveis pelo redesenho das motos e pela restauração da reputação da Harley Davidson.

amf-harley-davidson-250-sst-03“A Harley-Davidson é a marca de motos mais valiosa do planeta. Depois de uma pesada recessão, reestruturação gerencial, corte no inventário e reposicionamento de produtos, ela investiu internacionalmente e fortaleceu o seu balanço.” disse um analista. Segundo ele, isso a torna uma empresa extremamente atraente para alguns investidores.

Se for confirmado, essa aquisição promete balançar o mercado de motos e pode significar uma profunda mudança nos rumos da companhia.

No entanto, uma aquisição formal não pode acontecer sem a aprovação do board da empresa, e os especialistas dizem que isso não será uma tarefa fácil. Justamente por isso, muitos no mercado consideram o rumor infundado e as ações da companhia simplesmente despencaram ontem, após uma forte subida ocasionada nos últimos dias pelo boato.

É aguardar os próximos capítulos.

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Club Bikes: as customs feitas para correr

Esse vídeo está no Instagram da Club Style Dyna Thailand, dedicado ao estilo Club Bike, que foi popularizado pelos motoclubes americanos e, mais recentemente, pela série Sons of Anarchy.

Não preciso nem dizer que, apesar da evidente habilidade do piloto em questão, o que ele está fazendo é extremamente perigoso, ainda mais considerando que o cara fez um drift involuntário em alta velocidade usando apenas camiseta e jeans. Um tombo nessa velocidade, numa estrada dessas e sem usar proteção significa, no melhor cenário possível, vários dias no hospital.

O que são club bikes?

As Club Bikes surgiram quando os MCs começaram a procurar por uma custom americana (pré-requesito para fazer parte de muitos clubes nos EUA) que fosse rápida e ágil. Desde a metade dos anos 90, a Dyna é sem dúvida alguma a club bike favorita, já que ela é um pouco mais leve, utiliza comandos centrais e possui uma posição de pilotagem mais alta do que as Softails, o que favorece a ciclística nas curvas.

Mas, por muitos anos, a menina dos olhos dos clubes foi uma moto pouco conhecida por aqui, mas que até hoje é disputada a tapa entre as usadas: a Harley-Davidson FXR, que teve em sua equipe de projetistas ninguém menos do que Eric Buell.

FXR: a primeira club bike

Quando foi lançada em 1982, a FXR prometia ter o mesmo desempenho de motos japonesas da época. E, assim como Dyna que a sucedeu, ela também possuía um banco mais alto e comandos centrais elevados, o que a tornava a Harley com o maior ângulo nas curvas que já havia existido até aquele momento. O quadro era bem rígido e reforçado, com diversas soldas feitas à mão, uma vantagem que se tornaria justamente o seu calcanhar de Aquiles: fabricá-lo custava muito caro.

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A FXR era muito estável em altas velocidades, já que usava mais pontos de fixação entre a transmissão e o motor, o que fazia com que ela se comportasse como se fosse uma moto com motor de construção única, dando mais rigidez ao conjunto. Essa solução foi abandonada na Dyna, o que leva muitos proprietários a instalarem soluções como o True-Track para estabilizar o chassi, já que algumas Dynas possuíam um problema crônico de shimming (eu experimentei um a 150km/h e posso afirmar: nunca quero passar por isso de novo).

A era das Dynas

Mas no final dos anos 80, temendo que a FXR ficasse muito similar com as motos importadas e não entregasse a “imagem” que os consumidores esperavam de uma Harley, os projetistas começaram a trabalhar na Dyna, cuja a missão era ser uma FXR mais barata de ser fabricada, mas com qualidades semelhantes. Em pouco tempo a Dyna canibalizou a linha FXR, que saiu de linha.

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FXR, que ficou ainda mais famosa com o filme Harley-Davidson e Marlboro Man.

Com o tempo, os clubes foram substituindo a FXR pela linha Dyna, que, apesar de possuir um frame inferior ao da FXR, ainda sim era mais ágil que as Softails da época.

Como o estilo se baseia na função antes da forma, a maioria das alterações são para melhorar o desempenho. Não é raro ver bike runs de grandes clubes com a galera andando em formação a mais de 170km/h e costurando pelo trânsito, algo ilegal na maioria dos estados Americanos.

Obviamente que Dynas não são unanimidades, existem diversos outros membros de MCs com outros modelos e estilos de motos. Mas por ter sido um dos estilos mais populares, as Dynas e FXRs acabaram ficando com a fama.

Alguns exemplos de Dynas no estilo Club Bikes:

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E um featurette sobre as motos do seriado “Sons of Anarchy”:

 

Ideias de customização para a linha XR da Harley

A moto acima não é nova, foi feita há 4 anos pela RSD, em cima da primeira geração da extinta linha XR. Mas como aparecem cada vez mais e mais comentários aqui pedindo ideias para essas motos, vale a pena relembrar. Nos últimos anos, esse modelo parece ter encontrado um novo público, sem falar nas pessoas que possuem Sportsters e gostam de usar soluções da XR em outros modelos da linha.

Sinceramente, a XR1200 da RSD não é do meu gosto. Eu ainda tenho uma XRX e não pretendo me desfazer dela, por algum motivo que foge da minha compreensão (quem acha que moto é decisão racional, precisa conversar com um psiquiatra: essas malditas tiram nossa razão).

Por causa da tendência mais esportiva do modelo, acredito que ela combina um pouco mais com as customizações no estilo Cafe Racer, apesar de muita gente já ter enjoado dele (alguns até com certa razão).

Se algum dia eu encontrar quem consiga fabricar um tanque como o da foto abaixo, eu pretendo deixar a minha o mais próximo possível da The American 1200 das fotos aí embaixo, fabricada pela excelente a Deus. (Aliás se você conhecer a pessoa capaz de fazer isso, é só me avisar).

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Deus The American

Alguns já tentaram seguir essa linha, mas com um resultado nada satisfatório, na minha humilde opinião. O quadro, banco e tanque precisam formar em uma linha reta e paralela com o chão, para que o resultado seja harmonioso, o que não é o caso desse exemplo:

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Uma outra opção é se inspirar em outra moto que desapareceu da linha HD, e hoje é bem disputada entre colecionadores. A Sportster XLCR:

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Se você quiser saber mais sobre a XLCR original, que ficou famosa com o filme Chuva Negra, recomendo o post “Qual é a moto do filme Chuva Negra?“.

E tem também um exemplar nacional que serviu de inspiração pra muita gente, a moto do Daniel Romagnolo que apareceu no post “Uma XR1200X fora da caixa“:

 

A Rough Crafts também tem uma releitura bem interessante do modelo:

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E só um lembrete: como a XR é uma moto que parece ter mais haters do que fãs, deixem seus comentários à vontade, mas lembrem de respeitar os coleguinhas que, como eu, adoram motos que não se encaixam em nenhuma categoria.

Uma XR1200X fora da caixa

O Daniel Romagnolo mandou fotos da sua XR1200X, customizada pelo Marco Aurélio Silveira. É uma customização bem diferente, que deixou ela mais parecida com sua irmã bivetelina Sportster, mas mantendo a ciclística agressiva, quadro reforçado e as suspensões e o motor mais esportivo do modelo.

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Ele escreve contando mais sobre o que foi feito :

Com apenas 2.000 Km, originalmente na cor Candy Orange. O objetivo era criar uma máquina com um visual clássico de uma Café Racer dos anos 60, mas com uma mecânica moderna com bons recursos de freio e suspensão.

O início da operação se deu com o encurtamento do quadro, cortando-se as espadas, logo atrás dos amortecedores traseiros. Com isso tivemos um bom alívio de peso, porém eliminou-se a possibilidade de transportar garupa, tornando a moto uma Solo Seat.

Foi adaptada uma rabeta vintage de fibra de vidro e estofamento em vinil preto canelado, de onde saiu o nome da moto “ Besouro “, dada a semelhança da parte traseira da rabeta com o referido inseto.

O tanque de combustível original, de plástico, deu lugar a outro de Sportster Iron, de aço e com menor capacidade. A troca do tanque determinou alterações na parte de admissão de ar do motor, uma vez que o filtro de ar ficava alojado na lateral do tanque original. Para tanto o pescoço do corpo de borboleta foi encurtado, através de usinagem da peça, para se ganhar espaço, e foi criado um duto de aço inox polido que conta com um filtro de ar esportivo cônico.

A pintura escolhida traz um grafismo com flamas geométricas estilizadas em preto brilhante com filete branco sobre um laranja flake com fundo especial, assinado pelo designer Ivan Zonzini.

O escapamento original foi totalmente descartado e substituído por um modelo 2×1 de inox sem pintura com acabamento de ponteira em fibra de carbono, da marca americana Roland Sands Design ( RSD ), que foi customizado, pois não se destina ‘a este modelo, o que gerou bom alívio de peso e algum ganho de potência. O motor conta ainda com velas e cabos Screamin Eagle, e teve os parâmetros de gerenciamento alterados em dinamômetro, com o uso de um módulo Super Tuner também da S.E.

Outros acessórios foram adicionados, como a pequena lanterna traseira de led com pisca incorporado e suporte de placa, farol de led Harley-Davidson ( HD ), guidão drag bar HD, manoplas HD, tampa do tanque HD e espelhos Joker Machine.

A suspensão dianteira é composta de um garfo Showa BPF ( Big Piston Fork ), que foi toda recalibrada e abastecida com fluido Motul Fork Oil de viscosidade média.

A máquina ficou com um comportamento equilibrado com um toque de agressividade e solicita um bom piloto com experiência para poder tirar todo o proveito deste conjunto que mescla diversos estilos e escolas.

Semana dos MCs: In’Omertà – Não somos comuns

A partir dessa semana vou postar alguns vídeos e fotos que os membros de diversos MCs do Brasil tem mandado aqui para o Old Dog Cycles.

O vídeo de hoje é do In’Omertà, que fez um dos vídeos mais bem produzidos de um MC que eu já vi, uma bela produção enviada pelo Marcus Machado:

Créditos do vídeo:
Contato: Marcus Machado http://goo.gl/3MwZgK
Produtora: Canela Fina Films canelafinafilmes.com
Diretor: Daniel D2 http://goo.gl/zS36kS
Roterista: Rodrigo rcecosta@gmail.com

Amigos do Sopão: amigosdosopao.org
MC: facebook.com/InOmertaMC

Espaço do Leitor: Sportster do Bruno Lopes

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Especialmente na cultura da Califórnia, motos e skate sempre combinaram. E nos últimos anos as Harleys se tornaram uma tendência entre a galera do carrinho, especialmente as Sportsters e as mais antigas. E essa é uma tendência que eu tenho visto cada vez mais isso no Brasil.

O Bruno Lopes mandou algumas fotos de sua Rat 883, e conta um pouco mais sobre ela e também da relação dele com as motos e o skate.

Tenho 30 anos, meu tempo de convivência com as motos é semelhante ao tempo que ando com o skate, pois meu pai nunca soube jogar bola, nunca me incentivou a jogar até o dia que ganhei meu primeiro skate aos 5 anos de idade, nessa época também me lembro de sua primeira moto uma Agrale 2 tempos que até hoje sinto falta dela.

Desde de então, sempre andando de skate e nos passeios com o velho na garupa, em 1999 nos mudamos para Venezuela, lugar onde aprendi andar de moto, nunca me esqueço da CR230 levantando de 2º. (rsrs) Com a situação política e econômica do pais, voltamos ao Brasil em 2005 e alguns anos depois pude comprar minha primeira Bike, uma Fazer 250, posteriormente tive a oportunidade de ter outras motos e finalmente pude ter minha primeira HD. Uma Dyna, nesta meu pai e eu fizemos algumas modificações caseiras. (Pintura de rodas, Fabricação de escape, filtro de ar). 

Durante este período o skate sempre me acompanhou junto com as motos, onde ia tentava levar o skate para andar, no mesmo ano de 2012 tive a oportunidade de me mudar para a cidade do México, pois então a Dyna foi vendida, ao voltar para o Brasil em 2013, vim decidido a comprar uma Sportster e montar uma ratbike.

Comprei uma Sportster 2008 de um amigo e o primeiro projeto, foi montar uma bike “Tematica” da Santa Cruz na Hot Custom, oficina onde tenho um grande amigo “Nick Mariho”. A ideia era criar um projeto bem diferente, alteração de guidão, pintura de tuchos, pinhão, rodas na cor amarela, tanque com logotipo da marca.  Com a finalização do projeto, ainda assim ficou a vontade de montar a Ratbike mas faltava coragem.

Decidido, voltei na Hot Custom e fizemos as alterações da maneira que sempre quis.

– Alteração de painel (Fabricação de suporte)
– Retirada do boné (Farol)
– Retirada de Suspensão (Hardtail)
– Criação de guidão
– Alteração de setas e lanternas (Bullets)
– Pintura de rodas (Cor cinza)
– Escovamento de Bengalas (Cor cinza)
– Tratamento de tanque e trasera (Ferrugem áspera)
– Logotipo HD invertidos no tanque
– Pinstripes nas laterais (By Fernando Bertacin “O Tartaruga”)
– Fabricação de Sissybar
– Manoplas e manetes alterados

O skate sempre foi um estilo de vida paralelo que levo comigo, pois trabalho na área de T.I  e sempre o encaixo quando posso, enquanto as pernas aguentarem haverá diversão.

Na foto, foi para um anuncio para a revista Crvis3r Skateboarding, representando a marca pela qual represento. (Mission Skate Shop)
Pulando a moto de Melon Air,  quando posso participo de Campeonatos de Longboard Downhill Slide na categoria Amador.

Na minha visão, o Skate e a moto se complementam ambos envolvem o sentimento de liberdade, atitude, risco, velocidade e diversão.

E eu sempre digo, que para os meus netos as histórias não serão de dormir!

Ele também mandou um compilado com algumas fotos bem legais de sua relação com motos e skate:

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Catálogo 2016 da Harley anunciado

Quer saber as novidades da linha 2016? Sugiro acompanhar o blog do Wolfmann, que sempre sai na frente com essas notícias, e costuma colocar links para outros blogs que estão tratando do assunto:

http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2015/08/catalogo-2016-hdmc-divulgado-nos-eua.html

Mas já adianto… Se você estava esperando alguma revolução (sem trocadilhos com o motor Revolution) ainda não foi dessa vez.

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