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Sede dos Caveiras Motoclube de Paiçandu

O Nikdutra me mandou as fotos da sede do MC que ele faz parte, o Caveiras Moto Clube de Paiçandu, Paraná. E meu amigo, eu fiquei de queixo caído, o lugar parece saído de um filme clássico. E o mais legal: foram eles quem botaram a sede de pé, juntos.

Ele escreve:

Não, você não está no Velho Oeste… Conheça a Club House dos Caveiras Moto Clube de Paiçandu, Paraná.

A ideia da sede surgiu de um sonho entre os integrantes de fazer um espaço que pudesse reunir o clube, os demais amigos e simpatizantes da região de forma agradável e bem caracterizada com toda a ideologia de respeito, humildade, irmandade e vida Old School. Mas todos sabiam que tinha um grande desafio pela frente: a Construção.

Foi então que, diante meses de trabalho pelos próprios integrantes, trocando finais de semana, eventos, viagens, todo tempo livre e com a doação de Pallets junto com a aquisição de madeiras estruturais o sonho foi ganhando vida.

A Sede foi inaugurada no mês de abril de 2015 e atualmente cultua eventos e toda quarta e sábado abre para visitantes tomar aquela gelada, além de outras bebidas. Tem área para camping e qualquer pessoa será bem recebida, só estacionar a motoca e chegar junto.”

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Club Bikes: as customs feitas para correr

Esse vídeo está no Instagram da Club Style Dyna Thailand, dedicado ao estilo Club Bike, que foi popularizado pelos motoclubes americanos e, mais recentemente, pela série Sons of Anarchy.

Não preciso nem dizer que, apesar da evidente habilidade do piloto em questão, o que ele está fazendo é extremamente perigoso, ainda mais considerando que o cara fez um drift involuntário em alta velocidade usando apenas camiseta e jeans. Um tombo nessa velocidade, numa estrada dessas e sem usar proteção significa, no melhor cenário possível, vários dias no hospital.

O que são club bikes?

As Club Bikes surgiram quando os MCs começaram a procurar por uma custom americana (pré-requesito para fazer parte de muitos clubes nos EUA) que fosse rápida e ágil. Desde a metade dos anos 90, a Dyna é sem dúvida alguma a club bike favorita, já que ela é um pouco mais leve, utiliza comandos centrais e possui uma posição de pilotagem mais alta do que as Softails, o que favorece a ciclística nas curvas.

Mas, por muitos anos, a menina dos olhos dos clubes foi uma moto pouco conhecida por aqui, mas que até hoje é disputada a tapa entre as usadas: a Harley-Davidson FXR, que teve em sua equipe de projetistas ninguém menos do que Eric Buell.

FXR: a primeira club bike

Quando foi lançada em 1982, a FXR prometia ter o mesmo desempenho de motos japonesas da época. E, assim como Dyna que a sucedeu, ela também possuía um banco mais alto e comandos centrais elevados, o que a tornava a Harley com o maior ângulo nas curvas que já havia existido até aquele momento. O quadro era bem rígido e reforçado, com diversas soldas feitas à mão, uma vantagem que se tornaria justamente o seu calcanhar de Aquiles: fabricá-lo custava muito caro.

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A FXR era muito estável em altas velocidades, já que usava mais pontos de fixação entre a transmissão e o motor, o que fazia com que ela se comportasse como se fosse uma moto com motor de construção única, dando mais rigidez ao conjunto. Essa solução foi abandonada na Dyna, o que leva muitos proprietários a instalarem soluções como o True-Track para estabilizar o chassi, já que algumas Dynas possuíam um problema crônico de shimming (eu experimentei um a 150km/h e posso afirmar: nunca quero passar por isso de novo).

A era das Dynas

Mas no final dos anos 80, temendo que a FXR ficasse muito similar com as motos importadas e não entregasse a “imagem” que os consumidores esperavam de uma Harley, os projetistas começaram a trabalhar na Dyna, cuja a missão era ser uma FXR mais barata de ser fabricada, mas com qualidades semelhantes. Em pouco tempo a Dyna canibalizou a linha FXR, que saiu de linha.

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FXR, que ficou ainda mais famosa com o filme Harley-Davidson e Marlboro Man.

Com o tempo, os clubes foram substituindo a FXR pela linha Dyna, que, apesar de possuir um frame inferior ao da FXR, ainda sim era mais ágil que as Softails da época.

Como o estilo se baseia na função antes da forma, a maioria das alterações são para melhorar o desempenho. Não é raro ver bike runs de grandes clubes com a galera andando em formação a mais de 170km/h e costurando pelo trânsito, algo ilegal na maioria dos estados Americanos.

Obviamente que Dynas não são unanimidades, existem diversos outros membros de MCs com outros modelos e estilos de motos. Mas por ter sido um dos estilos mais populares, as Dynas e FXRs acabaram ficando com a fama.

Alguns exemplos de Dynas no estilo Club Bikes:

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E um featurette sobre as motos do seriado “Sons of Anarchy”:

 

Vire motoqueiro Outlaw em 12x sem juros na Riachuelo

Eu havia prometido a mim mesmo não comentar mais sobre o mundo dos MCs aqui, já que isso gera sempre uma discussão desnecessária, e acho que todo mundo já é adulto e sabe o que está fazendo.

Mas uma coisa que eu sempre insisti, e vou continuar insistindo, é que você não deve se meter a besta com o diamante do 1% que alguns clubes usam (para saber mais sobre esses clubes, recomendo este post aqui e este aqui).

Você usaria uma camisa de uma torcida organizada se não fizesse parte dela? Ou pior ainda: usaria uma camisa de uma torcida que você não faz parte e iria até uma festa de uma torcida rival? Quando você usa ícones como o 1% no seu colete e não faz parte desse mundo, é basicamente isso que você está fazendo.

É por isso que teve tanto relato por aí de gente que perdeu seu colete dos Sons of Anarchy em encontros de moto ou até mesmo enquanto andava na rua, pois esses ícones do motociclismo outlaw estão presentes naqueles coletes e muita gente não quer ver quem não faz parte dele andando com eles por aí.

Sim, todos sabemos que Sons of Anarchy é apenas uma série de ficção, mas no momento que você sobe na sua moto com um colete daqueles, você talvez esteja passando a mensagem errada (algo discutido aqui no post sobre coletes). Tanto é verdade, que o próprio criador da série nunca autorizou esse tipo de merchandising, e todos esses coletes da série que você vê por aí são piratas.

Por isso não dá pra deixar de rir ao ver o colete que está sendo vendido na C&A Riachuelo:

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Além de ter toda a cara de colete de motoclube, ele tem um pequeno detalhe que o designer acrescentou, muito provavelmente sem saber do que se tratava:

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Fica a dica. Se você comprou porque achou “bonitinho”, recomendo retirar esse patch daí. Pode reclamar à vontade, mas esse é um conselho de amigo.

UPDATE: O leitor Alexandre Monte enviou uma foto confirmando que existem ainda mais produtos usando o diamante, todos da mesma marca. Vários leitores relataram que viram à venda na Riachuelo, e não na C&A, como foi informado na primeira versão desse post segundo a dica de um leitor.

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The Edge – O limite

Depois de reler o post Zen e a arte de pilotar, acabei me lembrando de uma passagem do livro “Hell’s Angels – A Strange and Terrible Saga”, que está entre as minhas favoritas sobre moto.

O trecho faz parte do livro escrito por Hunter S. Thompson após ele passar um bom tempo ao lado dos Hells Angels. Para quem não conhece, é um livro bem polêmico que termina com o autor levando uma bela surra, e você pode ler a resenha que escrevi sobre ele aqui.

Mas acontece que, antes mesmo de se infiltrar no notório M.C., Hunter já era um apaixonado por motos potentes e conhecido pelo seu comportamento autodestrutivo, o que o levava a percorrer as estradas da Califórnia em alta velocidade sem capacete durante a madrugada. E em certo momento do livro, ele narra um pouco dessa experiência em um trecho batizado de “The Edge” (em português, “O Limite”).

Na internet, existem dois vídeos bem interessantes sobre esse texto. O primeiro é uma versão resumida e narrada por Johnny Deep, que faz parte do documentário sobre a vida do autor. A segunda é uma animação que fez sucesso no Vimeo anos atrás, usando o mesmo áudio do documentário, mas transformando as cenas em animações.

Você pode assistir essas duas versões aqui embaixo, e também ler uma tradução livre desse trecho feita por mim.

O LIMITE
Por Hunter S Thompson

Era sempre à noite, como um lobisomem, que eu levava ela para uma corrida honesta descendo a costa. Eu começaria pelo parque da Golden Gate, pensando que apenas algumas longas curvas bastariam para limpar minha cabeça… mas em questão de minutos, eu estaria na praia, com o som do motor nos meus ouvidos, as ondas batendo contra o muro de proteção, e um longo trecho de estrada vazia indo até Santa Cruz… sem sequer um posto de gasolina por mais de cem quilômetros, o único poste de luz em todo o caminho vindo de um restaurante aberto 24 horas perto de Rockaway Beach.

Não havia capacete nessas noites, e nada de relaxar nas curvas. A liberdade momentânea do parque era como um drinque infeliz que faz um alcoólatra relutante ter uma recaída. Eu sairia do parque perto do campo de futebol e pararia por um momento no semáforo, imaginando se eu conhecia alguém que estava parado ali, dando amassos dentro dos carros.

Então, engato a primeira, esquecendo dos carros estacionados e deixando a besta se soltar… Quarenta por hora… Setenta por hora… então engato segunda, protestando contra os sinais da Lincoln Way, sem me preocupar com vermelho ou verde, apenas com outro lobisomem solitário que pudesse estar saindo, lentamente, para começar sua corrida. Não haviam muitos desses… e com três faixas e uma curva larga, uma moto chegando tem bastante espaço para contornar praticamente qualquer coisa… então engato terceira, passando de cento e vinte, e o vento começa a gritar nos meus ouvidos, uma pressão nos olhos como pular na água de um trampolim alto.

Me inclino para frente, bem para trás no assento, e seguro firmemente no guidão assim que a moto começa a pular e balançar com o vento. A lanternas traseiras adiante começam a se aproximar, rapidamente e subitamente – zoooooooom – passando e inclinando para a curva perto do Zôo, onde a estrada segue para o mar.

As dunas são lisas aqui, e em dias de vento a areia se acumula pela estrada, se juntando em poças escorregadias como óleo… perda instantânea de controle, uma queda, deslizando pelo chão, e talvez uma daquelas notas no jornal do dia seguinte: “Um motociclista não identificado morreu na noite passada ao falhar em negociar uma curva”

Certamente… mas não há areia dessa vez, então a alavanca empurra a quarta, e agora não há nenhum som senão o vento. Acelerador aberto, estico para alcançar e levantar o farol, o ponteiro marca cento e sessenta, e cerro os olhos ressecados pelo vento para ver a linha central, tentando deixar uma margem para os reflexos.

Mas com o acelerador todo aberto, existe apenas uma pequena margem, e não há espaço para erros. Tudo tem que ser feito certo… e é aí que a estranha música começa, quando você exige tanto da sorte que o medo se torna empolgação e vibra através dos seus braços. Você mal consegue enxergar a cento e sessenta, as lágrimas escorrem tão rápido que evaporam antes de chegarem aos seus ouvidos. Os únicos sons são o vento e um rugido abafado vindo flutuando das ponteiras. Você olha a linha branca e tenta inclinar com ela… Gritando em uma curva para a direita, depois para a esquerda até a saída… reduzo agora, procurando por policiais, mas apenas até o próximo trecho escuro e por mais alguns segundos no limite… O Limite

Não há uma maneira honesta de explicá-lo, porque as únicas pessoas que sabem onde ele fica, são as pessoas que passaram dele. Os outros – ainda vivos – são aqueles que levaram o controle até o máximo onde puderam aguentar, e desistiram, ou reduziram, ou fizeram o que foi necessário quando foi preciso decidir entre Agora ou Depois.

Mas O Limite ainda está lá fora. Ou talvez esteja dentro. A associação da moto com um vício, como o LSD, não é por acaso. Os dois são meios para um fim, um lugar de definições.

Se você quiser comprar o livro, ele está disponível na Amazon aqui, e comprando pelo link você ainda dá uma força por blog. A resenha sobre ele você encontra aqui.

Encontro Anual de motos antigas

2262Neste final de semana rolou o encontro anual de motos antigas em Sumaré, São Paulo, organizado pelo Veteran Motorcycle Club do Brasil.

Muita gente legal, muita moto interessante e ainda deu para conhecer pessoalmente e ouvir alguns causos do Hadys, do Jurassic Machines.

Fiquei particularmente feliz de ver uma Triton ao vivo, belíssima, um dos meus maiores sonhos de consumo e ícone maior da cultura Cafe Racer.

Seguem algumas fotos que registrei no dia.

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Vídeo de segurança mostra o tiroteio em Waco, Texas

A polícia acaba de divulgar um vídeo do infame incidente em um restaurante em Waco, envolvendo MCs rivais. Segundo matéria da CNN, republicada pelo G1:

Os motoqueiros se atacaram com armas, facas, tacos e correntes. A luta começou em um banheiro, se espalhou pelo restaurante e terminou em dois estacionamentos.

Cerca de 20 policiais estavam esperando do lado de fora, na tentativa de prevenir o tiroteio, e devolveram disparos com arma de fogo quando os motociclistas começaram a atirar. Nenhum transeunte ou policial ficou ferido no incidente.

De acordo com a CNN, 480 armas foram apreendidas: 151 revolveres, facas, socos ingleses, martelos, bastões, martelos e cadeados envolvidos em bandanas.

Os presos eram de diferentes partes do Estado e foram detidos por acusações de crime organizado. Cada um teve fiança estipulada em US$ 1 milhão. Segundo a polícia, elas podem ser condenadas à morte. Autoridades do gabinete do xerife não estavam imediatamente disponíveis para comentar sobre a reportagem.

Mais sobre o assunto aqui.

Semana dos MCs: Motociclistas Unidos Contra o Abuso Infantil

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O Don Grenga faz parte do Moto Clube MUCAI, um grupo de motociclistas que se uniram para combater o abuso infantil. Não tenho como dizer o quanto essa é uma causa importante, já que o abuso infantil tem proporções estúpidas em nosso país.

O mais legal do projeto é a sensação de amparo que eles trazem para as crianças. Além da visita inicial onde a criança recebe o patch do grupo, dois membros passam a ser o contato dela, e ela pode ligar para eles caso se sinta ameaçada.

Imagino como deve ser bacana para uma criança fragilizada como as atendidas pelo grupo ter essa proteção. Poder ligar para um grupo de motoqueiros sempre dispostos a ajudar, deve causar um efeito psicológico muito positivo nessas crianças.

O site deles explica um pouco desse trabalho:

MUCAI é organizado através de uma central de contatos que recebe solicitações para a nossa ajuda, essa solicitação vem através de órgãos competentes, como Conselhos Tutelares, Juizados de Menores, Delegacias de Policia, Abrigos de Menores e Escolas.

Nossa central irá verificar as informações prestadas por esse órgão solicitante, a fim de determinar que o caso é legítimo, o que significa que as autoridades já foram contatadas , e o caso esta sendo verificado pelas autoridades competentes.

Em caso positivo, entramos em contato com o responsável da criança, para marcarmos uma visita a essa criança com todos os motociclistas pertencentes ao MUCAI disponíveis desta região, em sua residência ou em local escolhido por seu responsável. Nesta visita, será entregue a essa criança um colete com o nosso patch “Eu pertenço ao MUCAI”, para a criança também serão dados adesivos e presentes que geralmente são doados pela sociedade em geral. Estas visitas iniciais geralmente duram cerca de meia hora. Após esse contato inicial, a criança recebe o nome e o número de telefone de dois membros MUCAI, residentes geograficamente mais próximos a ela , que passam então a ser o principal contato da criança.

Antes de se tornar um contato para a criança, os motociclistas são investigados para poderem participar, com pesquisa de antecedentes criminais e sociais, e ter recebido instruções especiais de um profissional da psicologia. Sempre que a criança sentir medo e necessidade da presença de sua nova família MUCAI , a criança pode invocar estes motociclistas para ir para a casa da criança se possível e fornecer as garantias necessárias para se sentir seguro e protegido.

Membros MUCAI e simpatizantes também podem ajudar essas crianças da seguinte forma: fornecer escoltas para eles se sentirem medo em seus bairros ; andar por suas casas em uma base regular , acompanhando as crianças a audiências; acompanhar seus depoimentos , e , ficar com as crianças se eles estiverem assustadas.

Os membros MUCAI nunca irão para a casa da criança sozinhos sempre na presença de mais um integrante e nunca sem o conhecimento, e permissão dos pais ou dos responsáveis e sempre na presença de um deles. Nossa missão não é fornecer poder a essas crianças. Nossa missão é ajudar as crianças e suas famílias a terem de volta a sua confiança. Nossa presença estará disponível enquanto esta criança precisar de nós. Fora essas visitas regulares, promovemos festas e eventos para que essas crianças participem.

Facebook: facebook.com/mucai.org
Site: mucai.com.br/site/
FAQ: mucai.com.br/site/perguntas-e-respostas/

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Semana dos MCs: Remidos MC

OBS: Se você estiver lendo este post de um celular,
o vídeo acima pode não funcionar.
Neste caso, você pode conferir o vídeo através deste link aqui.

O Remidos é um motoclube de São Paulo que é uma verdadeira família (muitas vezes no sentido literal da palavra). Os caras seguem os moldes dos primeiros MCs dos anos 30 e 40, onde a regra principal era se divertir, de um jeito leve e descontraído. Um pessoal do bem, que me convidou para ir com eles até a Hamburgada dos Amigos, um evento para ajudar a combater o câncer.

Abaixo, algumas fotos que registrei no dia.

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Canal dos Remidos: https://www.youtube.com/user/carnoficina
Facebook: https://www.facebook.com/remidosmc

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Semana dos MCs: Sem Remorso MC

Dessa vez um vídeo um pouco diferente, é uma homenagem com momentos do sem Rermorso MC. Quem enviou foi o Mario Baptista que escreve:

Esse é um vídeo feito por min em homenagem ao meu Moto Clube SEM REMORSO MC, que agora dia 02/11 vai completar 15 anos. Somos o segundo MC mais antigo do Rio Grande do Sul e temos forte ligação com MCs do Uruguay, que inclusive aparecem nas imagens, e temos uma facção em Santa Catarina.

Aqui você pode ver um pouco de um rolé dos caras:

Semana dos MCs: Mutantes

O Jean Lazarotto mandou um documentário feito por ele sobre os Mutantes MC, clube onde ele é VP. Ele escreve:

Esses tempos fiz um documentário para a cadeira de vídeo documentário na faculdade e foi sobre o meu clube. Procurei dar uma visão mais honesta e menos clichê possível, segue o vídeo:

Trilha Sonora autorizada pelas bandas:
Phantom Powers – Mother Nature’s Call http://tinyurl.com/pt9d7sf
Yesomar – Strada http://tinyurl.com/old5nzm
Diablo Fuck Show – Hell City http://tinyurl.com/oq4m89y
Draco – Louco da Estrada http://tinyurl.com/opx35t8
Bruxa D’Pano – Mutantes

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