Arquivo da categoria: Notícias

Alguém pagou mais de um milhão e meio de reais por uma moto feia e velha

Uma centenária Henderson Four de 1912 foi vendida por US$ 490 mil em uma casa de leilão nos Estados Unidos. Ela é considerada a primeira moto com motor de 4 cilindros dos EUA, criada em Detroit pelo engenheiro Willian Henderson.

Já pensou aquela pessoa que jogou uma dessas fora porque achou que era uma sucata feia e velha?

Fonte: http://theoldmotor.com/?p=50828

Harley-Davidson lança Road King mais bandida

Eu sou suspeito para falar da RK, pois é a bagger que eu mais gosto. A Harley-Davidson acabou de dar um belo tapa no visual da clássica Road King, deixando ela com aquele visual que muita gente gosta de chamar de “bandido” com a nova versão Special.

Ela perdeu as rodas raiadas, a bolha, vários cromados e ganhou o novo motor Milwaukee-Eight. Os alforges deixam de ser de couro e se tornam rígidos, seguindo bem o visual das baggers customizadas.

Harley e Ducati com desconto

A Ducati está dando um bônus de até R$ 3 mil para quem está afim de uma Scrambler Icon, Monster 821 Dark/Red, Hypermotard, Hyperstrada e Diavel Dark. Para quem já tem um modelo da marca, eles oferecem emplacamento grátis e “supervalorização na troca”. Honestamente, eu não sei o que isso quer dizer… Pra alguns, supervalorização quer dizer pagar 30% a menos que a tabela Fipe, ao invés de 40%.

Se alguém for negociar lá, avisa pra gente o que essa “supervalorização quer dizer”. A promoção vale até o dia 28 deste mês.

Já a Harley-Davidson está oferecendo duas motos com R$ 10 mil de desconto. A Fat Bob vai de R$ 59,9 mil para R$ 49,9 mil, e a Street Bob vai de R$ 55,8 mil para R$ 45,8 mil. Esses são preços de tabela, então é bom pesquisar se o desconto é real ou se ele já estava sendo negociado nas lojas.

A Harley também oferecem até R$ 4 mil de valorização na sua seminova. Mais uma vez, se for R$ 4 mil de valorização, mas oferecem 40% a menos que a FIPE, vale a pena vender sua moto para os amigos.

via GIPHY

Se a baixa do dólar se mostrar um tendência, talvez tenhamos boas surpresas este ano quando os estoques baixarem. Mas isso é uma loteria, vamos esperar para ver.

Cena triste

Parece bobagem, mas essa cena é muito representativa não apenas do nosso trânsito, mas também do nosso país. Foi postada pela Rádio Band mostrando o que aconteceu quando o farol que liga duas vias importantes da cidade São Paulo quebrou.

Imediatamente começa o pega pra capar, com todo mundo querendo passar. O resultado? Quando todo mundo quer levar vantagem, ninguém sai ganhando.

 

O resumo do mundo das motos em 2017 (até o momento)

Depois de curtas férias, eu volto para acompanhar as notícias e vejo que o mundo das motos em 2017 já tem muita coisa pra contar. (Ok, vários fatos são de 2016 mas shhh… Tô atrasado com os posts).

A Polaris fechou a Victory

As motos da Victory sempre foram uma grande promessa, mas nunca chegaram a realmente competir com a Harley-Davidson. A proposta da marca era ser uma opção de cruiser mais moderna, ágil, com chassis melhores e bastante tecnologia embarcada. O visual retrô ficava de fora em detrimento de um design um pouco mais “moderno”.

Mas vamos ser sinceros… Quem procura uma moto com esse perfil geralmente prefere pagar menos e conseguir basicamente a mesma coisa com uma japonesa. Por isso não fazia muito sentido a Polaris, que é a fabricante tanto da Indian quanto da Victory, dividir seus esforços em duas frentes de batalha.

A Indian tem praticamente tudo o que a Victory tinha, aliada a um nome forte e um visual retrô que é imprescindível para muitos consumidores da categoria.

Mulher é presa se masturbando na frente dos vizinhos em cima de uma moto

A notícia é de 2014, mas por algum motivo ela só foi desenterrada e viralizou este ano. O fato ocorreu na Florida e gerou uma grande comoção na vizinhança já que a principal testemunha foi um garoto de 13 anos.

No entanto, o que realmente causou comoção na internet foi o fato de que não ficou claro qual moto ela estava usando. E como a loucura não tem fins nos fóruns de internet, chegou-se a especular qual modelo seria mais indicado para o ato, além das vantagens e desvantagens de um coxim de borracha nas vibrações no banco.

A Triumph vai trazer a Scrambler de volta para o Brasil

Lembra quando estavamos discutindo sobre as novas Scramblers neste post aqui?

A Triumph parece ter sentido o peso da concorrência da Ducati e vai trazer de volta o seu modelo pra cá, ao lado da Street Cup e da sua Bobber,

Já não era sem tempo!

Gold Wing Faz recall de air bag

O fato atinge apenas 80 motos fabricadas em 2012, mas isso conseguiu muito mais mídia do que qualquer outro recall importante de outras marcas. Ponto pra Honda que assumiu o erro. Mas agora dá pra parar de fazer manchete sensacionalista com esse recall?

Ducati lança a moto mais cara do Brasil

A Ducati 1299 Superleggera vai chegar aqui por míseros R$ 550 mil. Isso significa que você está pagando R$ 2.550 reais por cavalo.

Já a CG 150 custa apenas R$ 700 por cada cavalo. Então eu sugiro você sentar e fazer bem as contas antes de assinar o cheque. Talvez valha a pena comprar 15 CGs para conseguir os tais 215 cavalos e com o troco comprar uma Ducati 1199 Panigale R.

Só uma sugestão.

São Paulo voltou a subir a velocidade das Marginais

Mas o trânsito continua uma porcaria e o debate sobre mortos continua, mesmo com o limite no resto inteiro da cidade continuando baixo.

Minha sugestão? Vai de moto. Vai de bicicleta. Carro em São Paulo é para pessoas mais evoluídas do que eu, que possuam a paciência do Dalai Lama para enfrentar o trânsito.

Acidente grave entre moto e carro termina de maneira inesperada

Três pessoas ficaram feridas em um acidente no bairro Uberaba na tarde da última quinta-feira depois que o motorista de um Fiat Uno cometeu uma grave imprudência. Uma câmera flagrou o acontecido e foi publicado pelo site da Tribuna. O motorista e a passageira do carro sofreram ferimentos leves. Já o motociclista sofreu um traumatismo craniano leve.

É impressionante ver uma moto como a Vulcan 900, de quase 280kg, fazer um carro de mais de 900kg com dois passageiros dentro capotar.

Felizmente terminou bem, já que com a violência da batida o final poderia ter sido muito diferente.

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Fotos da Rede News.

E o ano que vem, como vai ser?

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O jornalista Geral “Tite” Simões escreveu artigo muito mais técnico e informativo do que o meu ensaio no post “Escrevendo sobre motos em tempos de crise“, que trata justamente da perspectiva do mercado de motos para o ano que vem:

Leia: O que esperar de 2017? @Motite

Dois pontos que me chamaram bastante a atenção no artigo: o primeiro é que o mercado de motos estagnou de tamanho, são 4 milhões de unidades comercializadas ao ano, entre novas e usadas, por dez anos consecutivos.

O segundo é o quanto o mercado de motocicletas novas encolheu depois daquela febre de dar crédito e se fazer carnê em um diversas parcelas. Hoje, desses 4 milhões, 30% são de motos novas, enquanto que 70% respondem pelo mercado de usadas cada vez mais aquecido (em 2012 essa divisão era 50/50).

Se você olhar nos classificados, é fácil ver como o preço das usadas muitas vezes cai para um patamar mais justo em pouco tempo. Some isso ao fato de que nos modelos mais “luxuosos” é fácil encontrar motos com baixíssima quilometragem, então não é preciso ser um especialista para entender onde as novas patinam.

No auge das vendas, muita gente tratou os consumidores como descartáveis, no famoso sistema “se você não quer, tem quem queira”. Marcas com modelos que possuíam fila de espera só pioravam isso, passando todo o poder para a mão dos revendedores que não se esforçavam em fazer um bom pós venda.

Hoje, muitos deles ainda não aprenderam a lição, enquanto outros estão bem espertos. Eu só espero que, assim que o mercado e a nossa economia finalmente melhorarem, os consumidores estejam mais exigentes e não caiam nessa.

Porque de moto cara e de país no enrosco, a gente já teve a nossa cota para uma vida inteira.

Indian Chief Springfield chega ao Brasil

Este ano anda bem fraco. Muita gente esperneou e não via a hora de 2015 acabar, mas quando 2016 se mostrou ser, na verdade, um 2015s, a galera surtou ainda mais.

Crédito anda em baixa, desemprego em alta, situação política parece um seriado de TV, polarização entre esquerda e direita, cães e gatos vivendo juntos, enfim, um caos.

Honestamente, achei que não ia ter muito o que postar até o final do ano com essa retração absurda no mercado de motos. Mas aí veio a Indian e bateu com o seu ZAP na testa. (Um zap bem caro, mas um ZAP).

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Não é segredo nenhum que a Indian está comendo pelas beiradas no mercado de motos de luxo aqui no Brasil, chegando ao ponto de começar a incomodar marcas estabelecidas. E isso deve aumentar com a chegada da Indian Chief Springfield, com um preço menor que a importada pois será produzida aqui no Brasil em regime CKD (Completely Knock-Down), aquele sistema onde a moto vem completamente desmontada e é montada em Manaus pra ganhar incentivos fiscais por ter gerado alguns empregos.

O nome da moto vem da cidade natal da Indian, Springfied no estado de Massachussets, o berço da primeira indústria de motos fabricada em série nos EUA.

O motor é o mesmo Thunder Stroke V-2 de 1.811 cm³ da Chieftain, Roadmaster, Chief Classic e Chief Vintage com câmbio de seis marchas.

Segundo a marca a Springfield possui chassi em alumínio forjado, sistema de acelerador fly by wire, cruise control e transmissão final por correia. A moto vem com ABS e dois discos ventilados e flutuantes de 300 mm na dianteira, e um disco único na traseira. Os flexíveis são do tipo “aeroquip”, reforçados com malha de aço, evitando aquela sensação de freio borrachudo das motos com cabos longos.

Claro que a notícia ruim ficou pro final: o preço. A versão Thunder Black sairá por R$91.990 enquanto que a Steel Gray & Burgundy Metallic custará R$94.990.

Fazendo a conversão, isso equivale a 28 mil dólares para a versão mais cara. Para efeito de comparação, o mesmo modelo sai por 22 mil dólares lá fora, o que equivale a 74 mil reais na cotação de hoje.

Uma moto interessante para muitos, mas para o bolso de poucos.

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Todas as fotos divulgação Indian Motorcycle.

Uma Europa sem motos em um futuro não tão distante

Um das viagens de moto que eu mais gostaria de fazer é cruzar a Europa inteira, gastando um bom tempo especialmente nos Alpes. Não sei quando isso será possível, mas pelo andar da carruagem é melhor eu ganhar na loteria, pois isso pode virar apenas um sonho no futuro. Bom, pelo menos em uma moto com um motor V2 ou boxer.

Matéria da France Press, replicada pelo Auto Esporte:

Suécia propõe que União Europeia proíba carros a gasolina em 2030. Alemanha também avalia vetar motores a combustão no país.

A União Europeia deve considerar a possibilidade de proibir a venda de veículos que utilizem gasolina ou diesel a partir de 2030, propôs no último sábado (22) a ministra sueca do Meio Ambiente, Isabella Lövin, segundo informou a France Press.

A ministra, em entrevista ao jornal Aftonbladet, comemorou uma resolução nesse sentido que foi adotada em setembro passado pelo senado alemão, ainda que sem valor obrigatório.

“É uma proposta verdadeiramente interessante (…) Para concretizá-la só podemos aplicar uma proibição desse tipo a nível de União Europeia” declarou ao jornal.

“Como ministra do Meio Ambiente a única solução que vejo é deixar de lado os veículos com combustíveis fósseis”, acrescentou.

O governo sueco, formado por uma coalizão de social-democratas e ecologistas, tem como objetivo conquistar uma matriz energética 100% renovável no país em 2040.

Ou seja, tem gente querendo colocar o último prego do caixão das motos movidas com motores de combustão interna muito antes do que imaginávamos.

Na remota hipótese dessa lei passar do jeito que está, e mesmo que ela fique confinada apenas à Europa, é bom lembrar que o mercado Europeu é um dos mais importantes do mundo, sede de muitas marcas importantes e de modelos que são criados especialmente para aquele público. Com certeza seria um baque na produção e desenvolvimento mundial de motocicletas.

Se eu acredito que vai acontecer de forma tão radical? Não sei. É como aquele velho ditado: no creo en brujas, pero que las hay.


UPDATE: Minha opinião sobre a alternativa, as motos elétricas, você confere no post “Eu sou contra as motos elétricas?”

Mais um assassino nas estradas

A partir de hoje, eu não vou considerar nenhum vídeo como esse aí em cima cima como “acidente”, já que essa palavra tem mais a ver com algo que fugiu do controle, obra do acaso.

O que vemos rotineiramente nas nossas estradas são tentativas de homicídio, que algumas vezes acabam virando assassinato. Infelizmente, é o caso do vídeo acima, onde uma van força uma ultrapassagem e acerta um casal em uma moto. Mais sobre essa notícia aqui.

Uma van, um caminhão, um SUV, não importa. No momento que alguém força uma ultrapassagem sem visão clara do que vem pela frente, a pessoa está assumindo o risco de que pode matar alguém. O mesmo vale pra quem ultrapassa sinal vermelho, dirige embriagado e por aí vai.

Não foi acidente. Foi assassinato.

Estréia hoje a série “Harley and The Davidsons”

A história do nascimento da Harley é muito mais complexa do que costuma se contar por aí, com diversas reviravoltas pelo caminho. Felizmente estréia hoje “Harley-Davidson: a série”, às 22h10, no bloco Sexta de Motores do Discovery Channel. Serão 3 episódios, com duas horas de duração cada, contando as origens de uma das marcas mais lendárias de todos os tempos.

O nome em português não é muito criativo, mas o título original em inglês “Harley e os Davidsons” já dá a entender que ela vai tratar da dinâmica da relação entre William S. Harley com os irmãos Arthur e Walter Davidson.

Tive a sorte de poder assistir ao preview e, apesar de não ter visto muito, me parece ser uma história correta e bem contada, mostrando um lado pouco explorado da origem da marca: o empreendedorismo e as dificuldades de engenharia que eles enfrentaram no começo, em uma época onde o mundo passava por diversas transformações sociais e tecnológicas.

Harley-Davidson: a série.
Discovery Channel
Primeiro episódio nesta sexta-feira, 23 de setembro às 22h10.

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Harley na novela e a evolução das propagandas da HD

Essa é uma notícia que deixou muita gente surtada, especialmente os guerreiros de teclado. Enquanto lá fora a Harley foge da imagem de malvadão e tenta se aproximar mais dos descolados urbanos, das mulheres e minorias, inclusive co-patrocinando filmes Blockbusters como os Vingadores, aqui no Brasil o pessoal decidiu ir para uma via mais tradicional: galãs e novelas da Rede Globo.

Malvadões, onde está o seu Deus agora?

Bruno Gagliasso, personagem central da nova novela, é mecânico de motos e dono de uma Breakout (tá ganhando bem como mecânico pelo visto). Henri Castelli e Letícia Spiller são donos de um bar/barbearia/oficina chamado Rota 94 onde os motociclistas da novela se reúnem Ele é decorado com vários itens da Harley, todos cedidos pela marca, incluíndo aí uma Heritage Softail Classic que fica de enfeite (moto parada? Heresia!). Outros personagens possuem uma Street Bob, uma Road King Classic e, é claro, uma Iron 883 customizada.

(Nota pessoal: será que as gravações da novela vão sofrer atrasos por falta de peças para as motos? Ou a Globo vai ter “tratamento especial”?)

Outro merchandising bem presente na novela serão as roupas da marca para vender o famoso “lifestyle” da Harley. Mais sobre isso em um ótimo post no blog do Wolfmann.

Flávio Villaça, gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil, disse em entrevista para Motonline: “A estreia da Harley-Davidson na novela da Globo será uma ótima oportunidade de levarmos ao público alguns dos diferentes modelos que compõem o nosso lineup 2016, bem como os itens de MotorClothes e Riding Gear produzidos pela marca, sem contar que vamos compartilhar um pouco mais do nosso estilo de vida”.

A evolução da propaganda na nova era Harley

É curioso notar para onde a Harley quer ir, e acho que podemos contar essa história através das próprias propagandas da marca.

Não faz muito tempo, a marca produzia vídeos como este, que deixou muita gente arrepiada e virou quase um mantra:

Particularmente, eu sempre gostei muito desse manisfesto e me identificava com muito do que era dito. Virou clichê, mas tocava no cerne de pessoas que acreditavam ter nascido na década errada ou que achavam as motos modernas desinteressantes e sem personalidade.

No entanto, os Baby Boomers foram envelhecendo e marca não foi ganhando espaço entre os mais jovens, que não se identificavam com essa filosofia.

Nessa época, a Harley ainda flertava com a imagem do badboy e do malvadão, como neste comercial aqui:

(Spoiler: muita gente confunde os atores do filme e acaba não entendendo o comercial. O resumo é que o motoqueiro é o amante que chega em casa, e quem se esconde é o marido.)

Mas essa imagem começou a pegar mal com o público feminino, que via a marca como algo misógino, justamente um público que eles tentavam conquistar. Latinos e negros também fugiam da marca, não se identificando com esses estereótipos. É por isso que, depois da virada do milênio, as coisas foram mudando lentamente, ganhando tração nos últimos 6 anos.

Por exemplo, para atrair os mais jovens, eles lançaram a linha Dark Custom, tentando associar a linha com um pessoal mais urbano, que valoriza o aspecto industrial da coisa:

Muitos dos anúncios foram migrando para mostrar um pessoal mais cool, de bem com a vida:

Antenada com o que estava acontecendo na cena de customização, a Harley lançou uma moto inspirada nos anos 70, com um comercial que seguia o mesmo estilo:

A estéticas das motos, a trilha dos comerciais e a fotografia ficaram mais atuais. Eu particularmente gostei, achei que eles atualizaram a marca, mas ainda mantinham algo da essência:

A linha VCO também foi para uma pegada mais atual, usando uma mulher como protagonista, algo impensável poucos anos antes para certas marcas da categoria:

Enquanto isso, algumas subsidiárias de outros países ainda tentavam manter a ideia do malvadão, mas sem o mesmo brilho no entanto:

É claro que essas mudanças acontecem especialmente nos modelos de entrada, onde estão a maior parte do novo público que eles querem conquistar:

Enquanto os mais caros continuam com um ar neutro, usando aquele velho clichê da propaganda de se mostrar o produto com frases genéricas como “design arrojado”, “sofisticação”:

De qualquer forma o foco mudou, eles tentam romper com esteriótipos, como mostrando tradicionais clubes formados por negros, algo que era pouco comum nos EUA:

Ou mostrando que quem anda de Harley talvez não seja o esteriótipo do malvadão ou do tiozão de meia idade que muitos imaginam:

E vocês? Se identificam com essas mudanças, ou fazem parte do grupo que conseguem consumir uma marca mas sem se identificar com o que eles tentam passar?

Ladrão em fuga derruba dois motoqueiros

Meliante em fuga digna de filmes, saltando com o HB20 roubado por lombadas, chegando a tirar a traseira do carro um bom metro do chão.

Durante a irresponsabilidade dele, acabou derrubando dois motoqueiros. Felizmente, não foi nada grave, mas poderia ter terminado em tragédia.

Aí eu pergunto: até quando vamos viver em um país onde cenas dessas são comuns?

Deixo aqui a minha recomendação para assinar o canal ROCAM 22M no Youtube.