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Uma customização do jeito que a Harley Deveria ter feito

Apesar de gostar da XR1200, minha maior crítica sobre o modelo é o quanto que ele destoou do restante da linha da Harley-Davidson. Seria muito bom ter outras opções de design, talvez inspirada na extinta Sportster XLCR1000 ou nas cafe racers britânicas, ao invés de usar como base a XR750, um modelo com uma legião de fãs leal, mas pequena.

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Se a ideia era criar uma esportiva refrigerada a ar, eles deveriam ter fugido um pouco das linhas mais modernas. Os modelos clássicos combinam mais com a proposta e com o público alvo, que geralmente procuram algo com um visual mais vintage. Um bom exemplo disso é a Ducati com a extinta linha SportClassic e a Triumph com sua Thruxton 1200R.

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Sportster XLCR
Ducati SportClassic
Ducati SportClassic

Mas ontem, no programa matinal “Pra Você”, apareceu uma XR que está sendo customizada aqui no Brasil que tem tudo para se tornar um belíssimo exemplar, muito parecida com a The American da Deus.

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Você pode conferir alguns detalhes dessa moto no programa matinal  vendo a reportagem completa neste link: http://tv.uol/15KwK

Outras inspirações pra linha XR, você confere aqui.

Ideias de customização para a linha XR da Harley

A moto acima não é nova, foi feita há 4 anos pela RSD, em cima da primeira geração da extinta linha XR. Mas como aparecem cada vez mais e mais comentários aqui pedindo ideias para essas motos, vale a pena relembrar. Nos últimos anos, esse modelo parece ter encontrado um novo público, sem falar nas pessoas que possuem Sportsters e gostam de usar soluções da XR em outros modelos da linha.

Sinceramente, a XR1200 da RSD não é do meu gosto. Eu ainda tenho uma XRX e não pretendo me desfazer dela, por algum motivo que foge da minha compreensão (quem acha que moto é decisão racional, precisa conversar com um psiquiatra: essas malditas tiram nossa razão).

Por causa da tendência mais esportiva do modelo, acredito que ela combina um pouco mais com as customizações no estilo Cafe Racer, apesar de muita gente já ter enjoado dele (alguns até com certa razão).

Se algum dia eu encontrar quem consiga fabricar um tanque como o da foto abaixo, eu pretendo deixar a minha o mais próximo possível da The American 1200 das fotos aí embaixo, fabricada pela excelente a Deus. (Aliás se você conhecer a pessoa capaz de fazer isso, é só me avisar).

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Deus The American

Alguns já tentaram seguir essa linha, mas com um resultado nada satisfatório, na minha humilde opinião. O quadro, banco e tanque precisam formar em uma linha reta e paralela com o chão, para que o resultado seja harmonioso, o que não é o caso desse exemplo:

Harley XR 1200 Cafè Racer by Cafè Racer Dreams 1

Uma outra opção é se inspirar em outra moto que desapareceu da linha HD, e hoje é bem disputada entre colecionadores. A Sportster XLCR:

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Se você quiser saber mais sobre a XLCR original, que ficou famosa com o filme Chuva Negra, recomendo o post “Qual é a moto do filme Chuva Negra?“.

E tem também um exemplar nacional que serviu de inspiração pra muita gente, a moto do Daniel Romagnolo que apareceu no post “Uma XR1200X fora da caixa“:

 

A Rough Crafts também tem uma releitura bem interessante do modelo:

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E só um lembrete: como a XR é uma moto que parece ter mais haters do que fãs, deixem seus comentários à vontade, mas lembrem de respeitar os coleguinhas que, como eu, adoram motos que não se encaixam em nenhuma categoria.

Uma XR1200X fora da caixa

O Daniel Romagnolo mandou fotos da sua XR1200X, customizada pelo Marco Aurélio Silveira. É uma customização bem diferente, que deixou ela mais parecida com sua irmã bivetelina Sportster, mas mantendo a ciclística agressiva, quadro reforçado e as suspensões e o motor mais esportivo do modelo.

XR 1200R 1

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XR 1200R

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Ele escreve contando mais sobre o que foi feito :

Com apenas 2.000 Km, originalmente na cor Candy Orange. O objetivo era criar uma máquina com um visual clássico de uma Café Racer dos anos 60, mas com uma mecânica moderna com bons recursos de freio e suspensão.

O início da operação se deu com o encurtamento do quadro, cortando-se as espadas, logo atrás dos amortecedores traseiros. Com isso tivemos um bom alívio de peso, porém eliminou-se a possibilidade de transportar garupa, tornando a moto uma Solo Seat.

Foi adaptada uma rabeta vintage de fibra de vidro e estofamento em vinil preto canelado, de onde saiu o nome da moto “ Besouro “, dada a semelhança da parte traseira da rabeta com o referido inseto.

O tanque de combustível original, de plástico, deu lugar a outro de Sportster Iron, de aço e com menor capacidade. A troca do tanque determinou alterações na parte de admissão de ar do motor, uma vez que o filtro de ar ficava alojado na lateral do tanque original. Para tanto o pescoço do corpo de borboleta foi encurtado, através de usinagem da peça, para se ganhar espaço, e foi criado um duto de aço inox polido que conta com um filtro de ar esportivo cônico.

A pintura escolhida traz um grafismo com flamas geométricas estilizadas em preto brilhante com filete branco sobre um laranja flake com fundo especial, assinado pelo designer Ivan Zonzini.

O escapamento original foi totalmente descartado e substituído por um modelo 2×1 de inox sem pintura com acabamento de ponteira em fibra de carbono, da marca americana Roland Sands Design ( RSD ), que foi customizado, pois não se destina ‘a este modelo, o que gerou bom alívio de peso e algum ganho de potência. O motor conta ainda com velas e cabos Screamin Eagle, e teve os parâmetros de gerenciamento alterados em dinamômetro, com o uso de um módulo Super Tuner também da S.E.

Outros acessórios foram adicionados, como a pequena lanterna traseira de led com pisca incorporado e suporte de placa, farol de led Harley-Davidson ( HD ), guidão drag bar HD, manoplas HD, tampa do tanque HD e espelhos Joker Machine.

A suspensão dianteira é composta de um garfo Showa BPF ( Big Piston Fork ), que foi toda recalibrada e abastecida com fluido Motul Fork Oil de viscosidade média.

A máquina ficou com um comportamento equilibrado com um toque de agressividade e solicita um bom piloto com experiência para poder tirar todo o proveito deste conjunto que mescla diversos estilos e escolas.

Uma Sportster esportiva de verdade

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Já mencionei aqui que a origem no nome Sportster vem realmente de esportividade, já que ela foi a primeira bobber de fábrica, criada pela Harley para combater as velozes britânicas que estavam desembarcando nos EUA.

Mas o pessoal da DP Customs resolveu trazer esse conceito pro século 21 e criou a The Mack, uma Sportster que parece pertencer às pistas de corrida.

O motor tem 1250cc, com cabeçote, válvulas e comandos de alta performance. A suspensão é topo de linha da Ohlins, com um belo conjunto de freios da Brembo para parar esse trem todo. As rodas são de fibra de carbono, ajudando a reduzir o peso total do conjunto, já que o motor Evo V2 não é nem um pouco leve.

Particularmente, eu prefiro o conceito e o estilo da The American, da Deus. Mas que essa deve ser uma moto muito divertida de se pilotar, isso eu não tenho dúvida.

Aliás, muita gente me pergunta porque eu gosto tanto de motos como a Harley XR1200X (tenho uma), Triumph Thruxton (ainda vou ter uma), Ducati SportClassic (não tem por aqui) e a BMW Nine T (só se eu vender o meu rim na cotação atual), que possuem uma ciclística mais próxima de uma esportiva, mas com várias das falhas de uma moto mais pesada ou de concepção antiga. A verdade é que essas motos são extremamente divertidas de se pilotar, especialmente nas curvas. Você nunca fica entediado com a personalidade ou com as idiossincrasias dessas motocas.

Faço minhas as palavras de um campeão de Superbike, que participou recentemente da copa Vance and Hines da XR1200. Esse é um cara acostumado a passar dos 300km/h com facilidade, comentando sobre como foi correr com motos que mal passavam dos 230km/h:

“Eu nunca tive tanto medo indo tão devagar. Foi o máximo”.

 

Mais fotos da The Mack você confere aqui.

Faça merda você mesmo

O  verdadeiro Old Dog, meu assistente sempre prestativo.
O verdadeiro Old Dog, meu assistente sempre prestativo.

O título deste post é roubado do Pedrão e suas aventuras no Hecho A Mano Custom. Não chegou a ser categoria merda, mas chegou na categoria “agora senta e espera“.

Semana passada tive um problema no freio, que infelizmente empenou o disco traseiro. Cagada minha, com uma pitada de desatenção. Então aproveitei o feriado para desmontar a roda e trocar tudo.

E aí que a merda começa. Apesar de ser algo relativamente simples de fazer, eu nunca havia retirado o disco de freio da roda traseira, mas já sabia que ele é dificílimo de sair por causa dos parafusos torx que o prendem. Além de extremamente apertados, eles são presos com trava química para evitar que se soltem. O ideal é usar calor no local para soltar a trava da Loctite e imediatamente tentar soltar o parafuso.

Roda desmontada, tudo pronto para começar.
Roda desmontada, tudo pronto para começar.

Mas antes de começar o serviço, lembrei de uma visita que fiz em uma autorizada da Harley. O mecânico chefe do local me mostrou as instalações e o kit de ferramentas de cada um. São belos kits da Snap-On, com garantia para toda vida. E o mecânico fez questão de ressaltar:

“Ainda bem que tem essa garantia, porque o que a gente quebra de torx tentando tirar disco de freio não é brincadeira…”

Com isso em mente, saí para comprar uma chave extra. Afinal, fiquei com medo de quebrar a minha e não poder terminar o serviço. E como a T 45 que eu tinha não era do tipo soquete, eu não poderia usar o torquímetro no final, por isso achei melhor comprar a certa.

Mas o único lugar aberto que eu conhecia no meio do feriado era a Dutra Máquinas, e apesar deles terem uma T 45 da Gedore no site, o vendedor me tratou como se eu estivesse pedindo uma picanha em um restaurante vegetariano:

“Torx T 45? Não, torx é só T27, T25. Tem não…”

Mesmo com a minha insistência e mostrando o site, não teve jeito. Acabei pegando uma convencional como reserva e decidi arriscar, o vendedor acabou com a minha paciência (que já não é muita). Uma pena, porque geralmente o pessoal naquela loja é prestativo.

Tudo rotulado e anotado, conforme reza o bom procedimento, só faltava a chave certa.
Tudo rotulado e anotado, conforme reza o bom procedimento, só faltava a chave certa.

O problema é que eu já comecei errado. Eu tenho uma regra quando se trata de coisas como a moto: “Para tudo existe uma ferramenta certa. Se você não tem a ferramenta certa, espere.”

Não preciso nem dizer… A chave torx quebrou no primeiro parafuso. O que eu considero sorte, pois ela não espanou nem estragou a cabeça dele, apenas quebrou no meio. Se eu tivesse danificado o parafuso a brincadeira seria bem mais complicada e eu estaria me açoitando nesse momento, talvez sentando no milho. Não teve calor, leve marteladas com a chave na cabeça, nem qualquer outro truque conhecido: no final a falta da ferramenta certa me deixou na mão.

Tive que largar a moto lá, desmontada na garagem pelo resto do feriado. Acabei deixando a roda com um mecânico que vai me cobrar menos para tirar e colocar o disco novo do que me custaria o soquete certo. Ainda vou repor e compra-los de qualquer forma, mas pelo menos agora posso fazer isso com calma.

Agora entendo por que tanta gente troca esses parafusos por sextavados: eles dão muito trabalho.

A nova Harley do Capitão América

UPDATE: Aparentemente, a moto é a nova Sportster 500cc para o mercado Indiano, o que confirma aquelas fotos que circularam na internet meses atrás. Veja ela aqui.

Foi amplamente divulgada a notícia de que o Capitão América iria pilotar novamente uma Harley-Davidson no seu novo filme, Soldier of Winter, com direito até a foto de divulgação. E ao contrário do primeiro, onde ele usava uma Cross Bones transformada em uma clássica WLA (veja aqui), dessa vez ele irá pilotar a novíssima Breakout.

Mas com o lançamento do trailer oficial do filme ontem, foi uma grande surpresa ver que ele aparece com uma moto completamente diferente.

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Breakout anunciada como sendo a nova moto do Capitão América.

Tirei alguns prints da tela para mostrar a moto que aparece no trailer:

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Foto dos bastidores da filmagem, com o dublê sobre a moto.

Já me perguntaram se é a XR1200X, mas apesar da semelhança não há suspensão dianteira invertida, nem amortecedor com reservatório externo. Poderia ser a XR1200, que não possuía esses itens, mas a posição das pedaleiras e a balança traseira é a mesma de uma Sportster convencional, em especial a Iron.

Por outro lado, o ângulo do “pivot point” da balança é muito mais inclinado do que o de uma Sportster convencional, assim como a altura do amortecedor traseiro e do banco, deixando ela mais parecida com a linha XR novamente. Sem falar que há um suspeito item na frente do quadro, que poderia ser um radiador de óleo movido para aquele lugar.

Está muito difícil de ver o tanque nas fotos, mas ele me lembra o da Dyna Street Bob, com um emblema da XLCR. Já o faring no farol parece uma versão mais larga do que é vendido como acessório pela HD, parecido com o da Sportster Quarter of Mile.

Um colega insiste que é uma Dyna, mas o motor é claramente um Evo da Sporstster, assim como o entre-eixos curto e a tampa da bateria. Compare as duas motos lado a lado e decida por você mesmo:

sportster vs DynaSe fosse chutar, diria que é uma Sportster customizada com algumas soluções da linha XR, como motor e banco mais alto, assim como uma rabeta vagamente semelhante. Está difícil definir com essas fotos apenas, mas posso afirmar com certeza que esse é o tipo de moto que eu gostaria de ver fazendo parte da linha HD, aumentando as opções para quem gosta de motos menos convencionais, mas que ainda possuam o espírito da Harley, como é o meu caso.

Remoção do filtro de ar da XR1200

Filtro de ar XR1200XMuita gente apanha na hora de trocar ou remover o filtro de ar da XR. Por ficar preso ao tanque, e não na lateral como na maioria das Harleys, é como tirar uma peça de Lego que está escondida por várias outras.

Por isso o vídeo abaixo, que mostra a instalação de um filtro K&N, pode dar uma luz para quem precisa mexer na caixa de ar:

Não tem jeito, é necessário levantar o tanque e remover a caixa. Para isso, você também vai ter que tirar a capa do tanque, desconectar o sensor que controla o flapper, e remover os respiros de óleo.

No meu caso, aproveitei que a caixa estava desmontada e removi o flapper de uma vez. O flapper nada mais é do que uma aba que se abre e fecha para controlar a entrada de ar, na tentativa de reduzir um pouco as emissões de poluentes. Infelizmente, ele também restringe o fluxo, e como o projeto da caixa de ar visa mais a estética do que a funcionalidade, o fluxo de ar dessa caixa já não é lá essas coisas, qualquer ajuda é bem vinda.

Para remove-lo, basta tirar a aba de metal e as molas de apoio, mas manter a solenóide que abre e fecha o sistema no lugar. Dessa forma a injeção continua acreditando que o flapper ainda está lá, e não vai acusar nenhuma mensagem de erro no log nem acender a luz de injeção.

Aconteceu

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Tomei pau no Controlar. Suricato no mínimo, ponteiras originais, gasolina Pódium. Ando desconfiado que essa Pódium que estou usando é adulterada, mas estou no aguardo de um bypass pro Suricato feito pelo Porcão e vou tentar de novo, no embalo vou colocar as velas de Iridium.

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O melhor é o segurança vir me repreender porque é proibido tirar fotos no local. Acho interessante, sempre acho que as empresas que prestam serviço e fazem isso tem algo a esconder. Especialmente as envolvidas em escândalos com ex-prefeitos, mas isso é assunto pra outro post…

Uma cafe racer de fábrica

Sportster XLCREssa moto foi um relativo mico na época que foi lançada, mas hoje é disputada a tapa por colecionadores, com diversas réplicas sendo construídas. É a Harley-Davidson Sportster XLCR (XL de Sporster, e CR de Cafe Racer).

Já vi algumas sendo feitas aqui, e existem alguns kits para a XR1200 (foto) vindos da Europa, onde ela é muito apreciada.

Curiosamente, ao contrário do que se pensa, não é a moto que foi usada no filme Chuva Negra com Michael Douglas, como foi discutido no post “Qual era a moto do filme Chuva Negra?“. A moto do filme era uma réplica de uma concessionária local.

E moto vai tomando forma de novo

A maioria das peças pós-tombo já estão chegando. Foi uma sequência ruim, pois o caminhão da UPS com o primeiro pacote foi roubado pouco antes de conseguir chegar na minha casa, e o segundo lote veio com peças faltando. Mesmo assim o pessoal da J&P Cycles foi bem solícito e resolveram o problema com rapidez.

Uma boa surpresa foi o guidão da Biltwell. Ao contrário do original da Harley-Davidson (que é fabricado com uma mistura de pudim e ossos de senhorinhas com artrite), esse veio muito bem acabado, com materiais e dobras de primeira.

A posição dele corrige o que considero o maior problema de alguns dos guidões das Sportsters e da XR para minha altura (1,84m): o pullback exageradamente para dentro. Sempre tenho a sensação de que o meu pulso e antebraço estão em um ângulo levemente torto, o que dificulta um pouco algumas manobras de contra-esterço.

Com o Biltwell, é possível pilotar mais inclinado para frente e para baixo (o que ajuda com o vento), e com uma posição mais parecida com a de um guidão estilo drag-bar.

Agora é instalar, cortar os manetes e descobrir um jeito de passar a linha de freio em outra posição.