Fuck the MoCo

Trecho do artigo em inglês da Wired:

Nowadays you think of a Harley fan and you think of someone who’s balding, gray-bearded and has a beer gut the size of his fuel tank — and he’s still cool. You put an old bald fat guy in a Prius or a junior high school teacher’s lounge and there’s no coolness-measuring device on the market or in any research lab that can detect anything cool about that guy. The only conclusion is that some combination of a Harley-Davidson, a leather jacket and gravel dents in your face actually creates coolness.

So Harley had a chance, a rare chance, to survive the ravages of fashion and work its oil-stained alchemy on generation after generation of largely identical rebel iconoclasts. So what happened?

Cookie jars happened.I was on an airplane somewhere over New Mexico, looking through the SkyMall catalog, maybe a decade ago, when I realized that Harley-Davidson was pretty much over as a cool brand. There, among the Sharper Image air ionizers and the inflatable pillows, was a Harley-Davidson cookie jar shaped like a motorcycle, as well as a plush Harley-Davidson pig and similar items that make hopscotch look like single-malt Scotch by comparison.

http://www.wired.com/underwire/2010/09/alt-text-harley-davidson/

Tales of the Rat Fink

“Big Daddy” Ed Roth é o criador do Rat Fink e de outros personagens que marcaram a Kustom Kulture da Califórnia, e que se espalharam por camisetas, adesivos, motos e hot-rods pelo mundo. O documentário abaixo foi postado na íntegra e conta toda a história, trajetória e influência dele.

Algumas imagens:

Harley vs Izzo 2

O Wolfmann postou uma visão interessante do caso citado aqui:

Eu continuo cético em relação a isso.

A HD vem executando uma política de asfixia com uma produção pequena e de modelos com pouca atração para os potenciais clientes forçando o dealer a uma política de preços bastante perigosa. Sem falar na falta crônica de peças e o vestuário que foi liquidado e não reposto até o momento.


Não acredito que os preços promocionais praticados seja uma política desenvolvida pela fábrica, mas sim uma tentativa do dealer, cortando na margem de revenda, de se manter vivo no mercado e evitar mais faltas contratuais não cumprindo as metas previstas em contrato que possam complicar ainda mais a situação.

Por outro lado, a fábrica deve ter uma promessa de parceria que deve estar chegando perto de um prazo fatal para ser implementada e tem pressa na solução do problema da exclusividade.

Analisando a situação dessa forma, onde se correr o bicho pega e se ficar o bicho come, aliado à informação plantada na imprensa pelos advogados da fábrica e a teimosia que o dealer vem mostrando até o momento fica uma dúvida bem forte se isso irá mesmo acontecer.

De toda a forma, o prazo indicado é a próxima sexta e só nos resta esperar para ver o que acontece e as consequencias desse acordo junto aos consumidores que compraram ou deram sinal e estão à espera da entrega das motos ou licenciamento das mesmas, assim como aquelas que deram entrada de pedidos de reposição de peças em garantia.

http://wolfmann-hd.blogspot.com/

Do it yourself, man!

Burt Monro, o mestre do diy

A maioria dos apaixonados por motos são inclinados a gostar de mecânica. No início do motociclismo, isso se devia ao fato de que as motos eram pouco confiáveis. Se você queria ir de uma cidade a outra, você precisava saber mexer nela, pois as chances de alguma falha acontecer no caminho eram muito grandes.

Mas hoje muitas pessoas não sabem fazer as tarefas mais básicas de manutenção. O que é uma pena pois essa, e muitas outras tradições, estão se perdendo. Quando foi a última vez que você viu um dono de uma BMW encostando na beira da estrada para ajudar outro motociclista?

Eu tento aprender e fazer o máximo possível na minha Harley. E hoje encontrei um site com um acervo muito interessante de dicas, chamada Dan’s Motorcycle Repair Shop:

http://www.dansmc.com/mc_repaircourse.htm

Para quem sabe inglês, e está começando a se aventurar a mexer na própria moto, é um excelente ponto de partida.

Harley Davidson e Izzo podem chegar a um acordo

A Marina Diana tem um nota sobre o caso Izzo vs Harley no blog dela:

Pode chegar ao fim nesta semana a disputa entre a fabricante de motos americana Harley Davidson e a sua única rede de concessionárias no Brasil, a HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo, de São Paulo. A queda-de-braço gira em torno de R$ 3 milhões. As empresas devem chegar a um acordo fora dos tribunais.
A possibilidade foi aberta com a suspensão da sentença proferida em junho deste ano em favor da Harley Davidson. Agora, as ex-parcerias –que atuaram juntas por mais de 19 anos — devem buscar uma negociação até a próxima sexta-feira (24/9).

Eu, e milhares de proprietários de Harley, não vemos a hora dessa história chegar ao fim. A Izzo por anos tem destratato os consumidores, prestando um péssimo serviço e pós-venda. A minha Dyna, por exemplo, veio com problemas de rolamento, mesa solta e sem lubrificação. Após uma primeira revisão a um custo exorbitante (que eu fiz lá apenas para não perder a garantia), todos os defeitos continuaram.

É só ver como as oficinas independentes de Harley estão pipocando por aí, ninguém quer confiar no stealer brasileiro. Existem dezenas de relatos de proprietários que ficaram um ano esperando por uma peça na garantia.